Nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, no auditório da OTICS-Rio Rocinha, a enfermeira Juliana Carrijo da Clínica da Família (CF) Rinaldo de Lamare, realizou uma atividade com as enfermeiras do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC) sobre o tema “Da escuta ao registro: o cuidado age, a violência não se cala e a notificação fala”. A atividade abordou o papel dos residentes na identificação, acolhimento e acompanhamento de pessoas em situação de violência, destacando a escuta qualificada e a notificação compulsória como instrumentos fundamentais para o cuidado integral, a proteção das vítimas e o fortalecimento da rede de atenção.
A Estratégia Saúde da Família (ESF), pela proximidade com o território e pelo acompanhamento longitudinal das famílias, favorece a identificação precoce de vulnerabilidades e situações de violência. Nesse contexto, o PREFC contribui para a formação de profissionais capacitados a atuar de forma crítica, reflexiva e humanizada, articulando cuidado, vigilância em saúde e estratégias de acolhimento e intervenção.
Assim, ouvir, acolher, registrar e notificar constituem práticas essenciais do cuidado em saúde e reafirmam o compromisso ético dos profissionais com a proteção da vida, a promoção da dignidade humana e a defesa dos direitos sociais.
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Da Escuta ao Registro: O Cuidado Age, A Violência Não se Cala e a Notificação Fala
Durante a atividade, foram apresentadas informações sobre as hepatites virais como doenças inflamatórias que acometem o fígado, com ênfase nos tipos A, B e C. Também foram discutidos aspectos relacionados à epidemiologia, formas de transmissão, fatores de risco e estratégias de prevenção. Entre as principais medidas preventivas abordadas estiveram a vacinação contra as hepatites A e B, o uso de preservativos, a não utilização compartilhada de objetos perfurocortantes, além da importância da higiene e do saneamento básico adequados. Destacou-se ainda a relevância do diagnóstico precoce por meio de testes rápidos e exames laboratoriais.
Portanto, conclui-se que atividades educativas realizadas em salas de espera representam uma importante ferramenta de promoção da saúde, prevenção de doenças e disseminação de informações, além de contribuírem significativamente para a formação acadêmica e humanizada dos estudantes de medicina.
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Nesse contexto, a atualização do território é essencial para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além de uma simples delimitação geográfica: trata-se de um processo técnico-político que permite compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como instrumentos estratégicos para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao articularem o planejamento em saúde às especificidades de cada território, contribuem para uma atenção mais humanizada e alinhada às necessidades da população.
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Na preparação para a visita domiciliar, os acadêmicos levantam previamente informações clínicas, como histórico médico, condições crônicas e necessidades do paciente. Em seguida, os casos são discutidos com a preceptora para o planejamento das intervenções, sempre pautadas nos princípios éticos, na confidencialidade e na humanização do cuidado.
A experiência contribui para o desenvolvimento de competências clínicas, éticas e sociais. Ao integrar teoria e prática, fortalece a formação de profissionais críticos, reflexivos e comprometidos com os princípios do sistema de saúde, especialmente em relação à equidade e à integralidade da atenção.
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Além disso, dados atualizados favorecem a comunicação entre a equipe multiprofissional e os usuários, facilitando o agendamento de consultas, a realização de visitas domiciliares, campanhas de vacinação e o monitoramento de condições crônicas.
Dessa forma, ao ampliar o conhecimento sobre o território e sua população, a Atenção Primária à Saúde (APS) fortalece sua capacidade de resposta às demandas da comunidade, promovendo um cuidado mais humanizado, resolutivo e acessível.
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Durante a visita, foram apresentados os programas desenvolvidos pela unidade, com destaque para o atendimento humanizado, as campanhas de prevenção e os projetos voltados ao cuidado integral dos pacientes. A presença da princesa reforçou a importância da cooperação internacional e da troca de experiências na área da saúde pública.
A visita simbolizou um gesto diplomático e o reconhecimento do compromisso dos profissionais que atuam em benefício da população.
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Além disso, os profissionais passaram a ter maior preparo para orientar pais e responsáveis sobre a importância do exame, o período ideal para sua realização e as consequências da ausência do diagnóstico precoce. Dessa forma, o treinamento fortalece as ações educativas em saúde e amplia a adesão da população aos programas de triagem neonatal.
Conclui-se, portanto, que o treinamento sobre o Teste do Pezinho possui relevância acadêmica, científica e social, pois contribui para a qualificação da assistência neonatal, o fortalecimento das políticas públicas de saúde e a melhoria da qualidade de vida infantil.
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Nesse contexto, a parceria entre a escola e a Atenção Primária à Saúde (APS) é essencial, pois garante o acompanhamento contínuo da população, incluindo o calendário vacinal. Por meio de ações educativas, campanhas e busca ativa, os profissionais de saúde orientam as famílias, esclarecem dúvidas e contribuem para a regularização das vacinas dos estudantes.
Portanto, a verificação periódica da caderneta no ambiente escolar é uma medida simples e eficaz para a promoção da saúde pública, com o apoio fundamental da APS.
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A maternidade configura-se como um espaço privilegiado para a identificação de situações de violência, uma vez que muitas mulheres estabelecem contato frequente com os serviços de saúde durante o pré-natal, parto e puerpério. Nesse contexto, os profissionais devem estar capacitados para reconhecer sinais clínicos e comportamentais sugestivos de violência, bem como para realizar uma escuta qualificada, pautada na empatia, no sigilo e na ausência de julgamentos.
Dessa forma, o enfrentamento da violência contra a mulher no contexto da maternidade requer a qualificação contínua das equipes de saúde, a organização dos serviços e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção e promoção da saúde das mulheres. A atuação ética, sensível e integrada dos profissionais é essencial para garantir um atendimento que vá além do cuidado clínico, contribuindo para a redução das violências e a promoção da dignidade e autonomia feminina.
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Foram abordadas as hepatites como processos inflamatórios do fígado, com destaque para os tipos A, B e C, incluindo aspectos epidemiológicos, formas de transmissão e fatores de risco. Enfatizaram-se medidas preventivas, como a vacinação contra hepatites A e B, práticas sexuais seguras, não compartilhamento de objetos perfurocortantes e a importância de condições adequadas de higiene e saneamento. Ressaltou-se ainda o diagnóstico precoce por meio de testes rápidos e exames laboratoriais.
Conclui-se que ações educativas em salas de espera são estratégias eficazes para disseminação de informações, promoção da saúde e prevenção de agravos, além de contribuírem para a formação integral dos estudantes de medicina.
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