Na última segunda-feira, 25 de maio de 2026, os acadêmicos de medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA) participaram do encontro do grupo de hipertensão da Clínica da Família (CF) Rinaldo de Lamare, juntamente com a Agente Comunitária de Saúde (ACS) Adalgisa e o preceptor Thiago Santos. A atividade fortalece o vínculo entre a equipe de saúde e a comunidade, oferecendo orientações sobre alimentação saudável, prática de atividades físicas, uso correto das medicações e acompanhamento regular da pressão arterial.
Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à adesão ao tratamento, controle dos fatores de risco e monitoramento da pressão arterial, favorecendo a conscientização e a participação ativa dos usuários no cuidado com a própria saúde. Os estudantes participaram da ação educativa realizando orientações em saúde, auxiliando na aferição da pressão arterial e desenvolvendo habilidades relacionadas à comunicação, ao acolhimento e à escuta qualificada. Além disso, a experiência fortalece a compreensão dos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dessa forma, a atuação conjunta entre a equipe da Atenção Primária à Saúde (APS) e os acadêmicos de medicina nos grupos de hipertensão promove benefícios tanto para os usuários quanto para a formação acadêmica, reforçando a importância das práticas educativas e preventivas no âmbito da saúde coletiva.
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Grupo de Hipertensão – Acadêmicos de Medicina UVA – CF Rinaldo de Lamare
Nesse contexto, a oficina teve como objetivo utilizar o programa Google Earth Pro para integrar os recursos técnicos de georreferenciamento aos conhecimentos práticos dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com foco na atualização e demarcação das microáreas de atuação.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao promover a integração entre o planejamento em saúde e as especificidades de cada território, essas ações contribuem para uma atenção mais resolutiva e alinhada às necessidades da população.
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Nesse contexto, a oficina teve como objetivo utilizar o programa Google Earth Pro para integrar os recursos técnicos de georreferenciamento aos conhecimentos práticos dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com foco na atualização e demarcação das microáreas de atuação.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao promover a integração entre o planejamento em saúde e as especificidades de cada território, essas ações contribuem para uma atenção mais resolutiva e alinhada às necessidades da população.
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A perspectiva antimanicomial compreende que o sofrimento mental não deve ser tratado por meio da exclusão social, mas sim por estratégias interdisciplinares e comunitárias que valorizem a autonomia, a participação social e a reinserção dos usuários em seus territórios. Nesse contexto, a APS desempenha papel fundamental ao promover práticas humanizadas e centradas nas necessidades dos sujeitos.
Portanto, a luta antimanicomial e a APS articulam-se na construção de um modelo de cuidado baseado na integralidade, na equidade e no respeito aos direitos humanos. O fortalecimento das ações de saúde mental no território reafirma a importância de políticas públicas comprometidas com a inclusão social e com a defesa do cuidado em liberdade.
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Nesse contexto, a abordagem do “Semáforo do Corpo” no ambiente escolar fortalece a educação em saúde ao favorecer o diálogo sobre proteção, respeito ao corpo e direitos da criança. Além disso, possibilita a identificação precoce de vulnerabilidades, contribuindo para ações preventivas e para o enfrentamento da violência infantil.
Assim, a inserção do tema nas ações do PSE reforça a importância das práticas intersetoriais na promoção da saúde infantil. A atuação da Atenção Primária à Saúde (APS) contribui para fortalecer estratégias de prevenção, proteção e desenvolvimento saudável, reafirmando a escola como espaço essencial para a formação cidadã e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
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Nesse contexto, o Programa Academia Carioca desempenha papel fundamental ao integrar ações de promoção da saúde ao cotidiano das Unidades Básicas de Saúde (UBS), incentivando a prevenção de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares.
Dessa forma, o programa se consolida como uma estratégia essencial da Atenção Primária à Saúde (APS), ao aproximar a população de práticas preventivas, fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para uma comunidade mais saudável, ativa e consciente da importância do cuidado com a saúde.
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Com os dados atualizados, a equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) pode acompanhar melhor as necessidades dos usuários, identificar precocemente doenças, monitorar condições crônicas e realizar intervenções mais ágeis e eficazes, além de aprimorar a comunicação sobre consultas, exames e campanhas.
Mais do que uma etapa administrativa, a atualização cadastral fortalece o vínculo entre a população e os serviços de saúde, contribuindo para um cuidado mais acessível, humanizado e resolutivo.
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As salas de espera constituem espaços coletivos de educação em saúde, possibilitando o diálogo entre profissionais e usuários sobre comportamentos seguros no trânsito, como o uso do cinto de segurança, a utilização adequada de capacetes, a não associação entre álcool e direção e a atenção ao uso de dispositivos móveis durante a condução de veículos.
Dessa forma, as ações do Maio Amarelo nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) fortalecem o compromisso da Atenção Primária à Saúde (APS) com a prevenção de agravos, a promoção da qualidade de vida e a educação em saúde, contribuindo para a redução de acidentes e para a construção de uma sociedade mais segura e consciente.
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Sendo assim, a atualização territorial é fundamental para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além da delimitação geográfica, constituindo um processo técnico-político que possibilita compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Nesse sentido, o território configura-se como elemento estratégico na organização e no trabalho das Clínicas da Família (CF) e dos Centros Municipais de Saúde (CMS). Sua utilização como ferramenta de análise e planejamento fortalece a efetividade da Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo ações alinhadas às necessidades da população e fortalecendo os vínculos entre os serviços de saúde e a comunidade.
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