Nesta quarta-feira, 8 de julho de 2026, no auditório da OTICS-Rio Rocinha, foi realizada uma capacitação sobre Vigilância Epidemiológica das Arboviroses para profissionais das unidades de saúde da Rocinha. Conduzido por Hugo Costa da Vigilância Epidemiológica da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) da Coordenação de Atenção Primária (CAP) 2.1, o encontro abordou os fluxos técnicos para monitoramento, notificação e manejo das arboviroses, promovendo a atualização dos participantes e o alinhamento dos processos de trabalho.
A atividade destacou a importância da vigilância operativa, que reúne ações de identificação, notificação, investigação, acompanhamento e encerramento de casos, fortalecendo o monitoramento epidemiológico e subsidiando medidas oportunas de prevenção e controle.
O fortalecimento desses fluxos, aliado à atuação da Atenção Primária à Saúde (APS), contribui para qualificar a assistência, organizar a rede de atenção e aprimorar as estratégias de enfrentamento das arboviroses.
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Vigilância Operativa das Arboviroses: Fluxos Técnicos na AP 2.1
Com a utilização do software Google Earth Pro, os integrantes da equipe revisaram e redefiniram as microáreas de cobertura da eSF Cesário com base em dados populacionais e na experiência territorial dos profissionais.
A oficina contribuiu para aproximar os serviços de saúde da realidade vivida pela comunidade. Com o conhecimento territorial atualizado, as equipes de Saúde da Família podem desenvolver linhas de cuidado mais adequadas às necessidades e características do território.
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Com a utilização do software Google Earth Pro, os integrantes da equipe revisaram e redefiniram as microáreas de cobertura da eSF 199 com base em dados populacionais e na experiência territorial dos profissionais.
A oficina contribuiu para aproximar os serviços de saúde da realidade vivida pela comunidade. Com o conhecimento territorial atualizado, as equipes de Saúde da Família podem desenvolver linhas de cuidado mais adequadas às necessidades e características do território.
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A auriculoterapia é uma técnica terapêutica baseada na estimulação de pontos específicos do pavilhão auricular, com o objetivo de promover o equilíbrio funcional do organismo e auxiliar no manejo de diferentes condições, como dor crônica, ansiedade, estresse, insônia e sintomas relacionados às doenças crônicas. Por ser uma prática de baixo custo, segura e complementar aos tratamentos convencionais, favorece uma abordagem centrada na pessoa e em suas necessidades de saúde.
A realização do grupo fortalece os princípios da APS ao promover acolhimento, vínculo entre profissionais e usuários e incentivo ao autocuidado. Além dos benefícios clínicos, os encontros constituem espaços de escuta qualificada, troca de experiências e apoio mútuo, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar biopsicossocial da população atendida.
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Nesse contexto, o planejamento reprodutivo deve ser compreendido como uma prática que vai além da prevenção da gravidez não planejada, contemplando ações educativas, acolhimento, escuta qualificada e a construção compartilhada de decisões entre profissionais de saúde e usuários.
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Organizado pelo GT Sacopã de Saúde da População Negra, o encontro teve como objetivo fortalecer a atuação dos profissionais na identificação das violências raciais, no acolhimento das vítimas e no correto registro desses casos nos sistemas oficiais de informação em saúde, contribuindo para práticas mais equitativas e antirracistas no Sistema Único de Saúde (SUS).
Durante a atividade, foram apresentadas orientações sobre a notificação de violência no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Ministério da Saúde (MS). Foi reforçado que a notificação é obrigatória e essencial para dar visibilidade às violências, subsidiar políticas públicas, fortalecer ações de prevenção e proteção às vítimas e apoiar a vigilância epidemiológica no enfrentamento das desigualdades raciais na saúde pública.
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Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS) ocupa posição estratégica na operacionalização das ações de imunização. Suas equipes desempenham funções essenciais na avaliação do estado vacinal, na atualização dos esquemas de imunização e no desenvolvimento de atividades de educação em saúde.
Além disso, realizam a busca ativa de indivíduos com vacinação incompleta e o monitoramento da cobertura vacinal. Essas ações ampliam o acesso às vacinas, fortalecem a adesão da população e consolidam as políticas públicas de imunização, contribuindo para a promoção da saúde coletiva.


Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha papel fundamental por meio das equipes de saúde, que desenvolvem ações de educação em saúde, acompanhamento da situação vacinal e incentivo à vacinação, garantindo o acesso dos idosos aos imunizantes recomendados.
A vacinação contra a influenza e a Covid-19 na Casa Naná Sette Câmara representa uma importante estratégia de prevenção de agravos. A integração entre os serviços de saúde e a instituição fortalece a proteção dos idosos, contribuindo para um envelhecimento mais saudável, seguro e com melhor qualidade de vida.
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Sob a perspectiva da gestão em saúde, a qualidade dos dados influencia diretamente a produção de indicadores utilizados para monitoramento, avaliação de desempenho e alocação de recursos. Registros completos e confiáveis favorecem a elaboração de diagnósticos situacionais mais precisos e contribuem para a implementação de políticas públicas baseadas em evidências.
Nesse contexto, a garantia da completude dos dados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) deve ser compreendida como uma prática estratégica para a consolidação de uma Atenção Primária à Saúde (APS) mais eficiente, resolutiva e orientada pelas necessidades da população.
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