Nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, a Maternidade da Rocinha realizou, no auditório da OTICS-Rio Rocinha, uma palestra sobre “Atendimento às Violências nas Maternidades”. A atividade abordou as diferentes formas de violência contra a mulher — física, psicológica, sexual, moral e patrimonial — inclusive no ciclo gravídico-puerperal, com o objetivo de capacitar profissionais para a identificação de casos e a oferta de um atendimento humanizado e qualificado.
A maternidade configura-se como um espaço privilegiado para a identificação de situações de violência, uma vez que muitas mulheres estabelecem contato frequente com os serviços de saúde durante o pré-natal, parto e puerpério. Nesse contexto, os profissionais devem estar capacitados para reconhecer sinais clínicos e comportamentais sugestivos de violência, bem como para realizar uma escuta qualificada, pautada na empatia, no sigilo e na ausência de julgamentos.
Dessa forma, o enfrentamento da violência contra a mulher no contexto da maternidade requer a qualificação contínua das equipes de saúde, a organização dos serviços e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção e promoção da saúde das mulheres. A atuação ética, sensível e integrada dos profissionais é essencial para garantir um atendimento que vá além do cuidado clínico, contribuindo para a redução das violências e a promoção da dignidade e autonomia feminina.
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Atendimento às Violências nas Maternidades – Maternidade da Rocinha
Foram abordadas as hepatites como processos inflamatórios do fígado, com destaque para os tipos A, B e C, incluindo aspectos epidemiológicos, formas de transmissão e fatores de risco. Enfatizaram-se medidas preventivas, como a vacinação contra hepatites A e B, práticas sexuais seguras, não compartilhamento de objetos perfurocortantes e a importância de condições adequadas de higiene e saneamento. Ressaltou-se ainda o diagnóstico precoce por meio de testes rápidos e exames laboratoriais.
Conclui-se que ações educativas em salas de espera são estratégias eficazes para disseminação de informações, promoção da saúde e prevenção de agravos, além de contribuírem para a formação integral dos estudantes de medicina.
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Durante o encontro, foi ofertado suporte multiprofissional, com escuta qualificada e acompanhamento contínuo, fortalecendo o vínculo entre equipe e usuários e contribuindo para a promoção da saúde no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS).
Nesse contexto, os grupos de tabagismo nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) consolidam-se como dispositivos essenciais na APS, contribuindo para a redução da morbimortalidade associada ao uso do tabaco e para a melhoria da qualidade de vida da população.
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No preparo para a visita domiciliar, os acadêmicos levantam previamente informações clínicas, como histórico médico, condições crônicas e demandas do paciente. Em seguida, discutem o caso com a preceptora e planejam as intervenções, respeitando princípios éticos, de confidencialidade e de humanização do cuidado.
Por fim, a experiência contribui para o desenvolvimento de competências clínicas, éticas e sociais. Ao integrar teoria e prática, essa etapa fortalece a formação de profissionais críticos, reflexivos e comprometidos com os princípios do sistema de saúde, especialmente no que se refere à equidade e à integralidade da atenção.
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O Programa Territórios Sociais realiza busca ativa e mapeamento territorial por meio de visitas domiciliares, reunindo dados socioeconômicos e de acesso a serviços públicos. Essa metodologia permite identificar condições de vida e determinantes sociais da saúde, como renda, escolaridade e moradia, contribuindo para a análise do processo saúde-doença. Integrado à UBS, o programa apoia o planejamento em saúde ao identificar grupos em maior vulnerabilidade, fortalecendo a integralidade do cuidado ao relacionar saúde e condições sociais.
Em síntese, a integração entre o Programa Territórios Sociais e a UBS representa uma articulação entre políticas sociais e de saúde orientada pela territorialização, intersetorialidade e cuidado integral.
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Durante a reunião, foram avaliados prontuários das linhas de cuidado de tuberculose, crianças menores de dois anos e pré-natal, incluindo casos de risco habitual e de alto risco. A análise contemplou a qualidade dos registros, a presença de informações essenciais ao acompanhamento dos usuários e oportunidades de aprimoramento nos processos de registro e monitoramento.
Dessa forma, a revisão sistemática dos prontuários contribui para a qualificação da assistência, fortalece o trabalho multiprofissional e reforça a segurança do paciente e a continuidade do cuidado. Além disso, favorece o aprimoramento das práticas clínicas e administrativas, com impactos positivos na gestão e na tomada de decisões em saúde pública.
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No contexto da saúde coletiva, a data busca incentivar a adoção de práticas como alimentação equilibrada com redução do consumo de sódio, prática regular de atividade física, controle do peso corporal, cessação do tabagismo e moderação no consumo de álcool, além do rastreamento periódico da pressão arterial como estratégia fundamental para o diagnóstico precoce.
Dessa forma, o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial configura-se não apenas como uma data simbólica, mas como um importante instrumento de mobilização social e fortalecimento das ações de promoção da saúde e prevenção de agravos.
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A atividade teve como objetivo conscientizar os participantes sobre a importância da prevenção e do controle da hipertensão arterial, destacando hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas e acompanhamento contínuo. Durante o encontro, foi promovido um momento interativo, estimulando a participação dos usuários, o esclarecimento de dúvidas e a troca de experiências.
A iniciativa reforça o compromisso da SMS com a promoção e a educação em saúde, contribuindo para o fortalecimento do autocuidado e para a melhoria da qualidade de vida da população carioca.
A iniciativa contribui para a identificação precoce de alterações e a adoção de intervenções oportunas. Além disso, as orientações auxiliam os usuários a compreender melhor sua condição e a incorporar práticas mais saudáveis no cotidiano, como alimentação equilibrada, atividade física e redução do estresse.
Assim, ações como essa não apenas previnem doenças, mas também promovem autonomia, qualidade de vida e o fortalecimento do vínculo entre a população e os serviços de saúde, reafirmando a importância da Atenção Primária à Saúde (APS) como base de um sistema mais eficiente e acessível.
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