Na manhã de 21 de agosto de 2025, o Complexo de Saúde da Rocinha recebeu a visita do Dr. Cristian Morales Fuhrimann, Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil. A agenda marcou um momento de destaque para a saúde pública carioca, reforçando o compromisso da cooperação internacional com a promoção do acesso universal e a qualificação do atendimento nos territórios.
A apresentação do Complexo Saúde da Rocinha foi conduzida pelas representantes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) Larissa Terrezo, Superintendente de Atenção Primária, e Emanuelle Correa, Superintendente de Integração de Áreas de Planejamento, Rosangela Frossard, Coordenadora Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 2.1 (CAP 2.1). Elas ressaltaram a relevância da presença da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para fortalecer parcerias estratégicas e apoiar o desenvolvimento de políticas públicas que priorizem a equidade no cuidado em saúde.
O Complexo de Saúde da Rocinha reúne serviços fundamentais para a assistência da população local como uma UPA 24h, que garante pronto atendimento em situações de urgência e emergência; o CAPS III, especializado no cuidado em saúde mental; e a Clínica da Família Maria do Socorro Silva e Souza, responsável pelo acompanhamento integral dos moradores por meio da Atenção Primária à Saúde (APS). Essa integração entre diferentes níveis de cuidado foi apresentada como um exemplo de organização da rede em áreas de grande vulnerabilidade social.
Dessa forma, durante a visita, o Dr. Morales Fuhrimann pôde dialogar com profissionais das unidades, conhecendo de perto os desafios enfrentados diariamente e as estratégias implementadas para ampliar o acesso, reduzir desigualdades e fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) na Rocinha. Ele destacou a importância de valorizar o trabalho em equipe e de promover soluções inovadoras para garantir a continuidade da assistência, mesmo em contextos de elevada complexidade social.
Portanto, a visita do Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) Brasil à Rocinha simboliza um reconhecimento internacional dos avanços conquistados pela rede municipal de saúde do Rio e, ao mesmo tempo, reafirma o compromisso de buscar continuamente melhorias para a população. Ao promover esse diálogo entre gestores, profissionais e organismos internacionais, a Secretaria Municipal do Rio (SMS-Rio) reforça o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) como referência de inclusão, integralidade e participação social.
Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.
Fonte:















A oficina foi conduzida por Eduardo Queirolo, responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA), vinculada à Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP 2.1). Utilizando o software Google Earth Pro, os participantes revisaram e redefiniram as microáreas que compõem a cobertura da equipe de Saúde da Família (eSF) Vilas, a partir de dados populacionais e da experiência territorial dos profissionais que atuam diretamente na comunidade.
Diante disso, o processo de atualização é fundamental para que o cuidado em saúde chegue de forma mais adequada, equitativa e resolutiva a quem mais precisa. No contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além da simples delimitação geográfica: trata-se de uma análise técnica e política do território, que permite compreender necessidades sociais, epidemiológicas e demográficas da população, orientando o planejamento das ações de saúde.
Contudo, as Oficinas de Territorialização fortalecem os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) como a universalidade, integralidade e equidade, aproximando os serviços da realidade vivida pelos moradores das comunidades. Com um conhecimento territorial atualizado, as equipes de Saúde da Família (eSF) podem construir linhas de cuidado mais alinhadas à realidade local, contribuindo para a redução das iniquidades em saúde.
Portanto, a atividade também reforça a relevância da Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), destacando o papel estratégico das Unidades Básicas de Saúde (UBS), Clínicas da Família (CFs) e Centros Municipais de Saúde (CMS) na promoção da saúde e na transformação das condições de vida da população.











