No dia 5 de agosto, celebra-se o Dia Nacional da Saúde, data escolhida em homenagem a Oswaldo Cruz, nascido em 5 de agosto de 1872, sanitarista cuja atuação foi fundamental para o desenvolvimento da saúde pública no Brasil. A data tem o poder de mobilizar reflexões sobre prevenção, promoção de saúde e estilos de vida saudáveis, com ênfase na Atenção Primária em Saúde (APS), base do Sistema Único de Saúde (SUS).
A Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente por meio da Estratégia Saúde da Família (ESF), atua como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Equipes de Saúde da Família (eSF) compostas por médicos, enfermeiros, agentes comunitários, técnicos de saúde bucal e multiprofissionais garantem continuidade, vínculo e resolutividade no atendimento, princípios essenciais para prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento de doenças crônicas.
O Dia Nacional da Saúde serve como momento simbólico para reforçar o valor da Atenção Primária à Saúde (APS) na vida cotidiana. O Ministério da Saúde (MS), em 2024, destinou um aumento de 28 % no financiamento da Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo abertura de serviços até às 22h, ampliação de Equipes de Saúde da Família (eSF), equipes odontológicas e multiprofissionais. Além disso, a data estimula ações nas comunidades: nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), são promovidas aferição de glicemia e pressão, vacinação, orientações sobre nutrição, higiene bucal e atividades físicas integrando prevenção e educação em saúde.
O Dia Nacional da Saúde o carioca fomenta a valorização da Atenção Primária em Saúde (APS) como estratégia central: reforça a importância de prevenção, vínculo e resolução local dos casos antes que evoluam para urgência ou internação. Promove o reconhecimento de conquistas locais: o destaque nacional alcançado pelo município do Rio de Janeiro exemplifica os resultados possíveis com gestão eficiente e recursos comprometidos com Atenção Primária em Saúde (APS). Além da integração entre população e poder público: a data promove diálogo entre governos, profissionais de saúde e cidadãos, resgatando a participação popular que fundamenta o Sistema Único de Saúde (SUS).
Dessa forma, na data de hoje, celebramos mais que o legado de Oswaldo Cruz: celebramos a importância de um sistema de saúde pública que resgata esperança e vida por meio do cuidado próximo às pessoas. O fortalecimento da Atenção Primária em Saúde (APS) sinalizado em dados históricos como liderança nacional e cobertura crescente mostra que investir em prevenção e educação em saúde gera impacto diário na saúde da população. Ao celebrar o Dia Nacional da Saúde, reafirmamos o compromisso com uma saúde pública universal, equitativa e resolutiva trazendo o Sistema Único de Saúde (SUS) mais perto de quem realmente importa que é a população.
Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.
Fonte:
Prefeitura.rio








O objetivo da oficina é treinar os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) no uso do programa Google Earth Pro, integrando os recursos técnicos da ferramenta de georreferenciamento aos conhecimentos práticos dos agentes sobre a Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na atualização e demarcação das microáreas de atuação de cada profissional.
Nesse contexto, a atividade teve como foco a atualização dos territórios de atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) por meio do uso do Google Earth Pro, em um processo colaborativo que uniu tecnologia e experiência de campo. A proposta buscou aprimorar a precisão das delimitações territoriais, tornando mais eficiente o planejamento e a execução das ações de saúde Como resultado, foram atualizados e delineados os territórios de atuação das equipes de Saúde da Família (eSF), contribuindo para um planejamento mais preciso e eficaz das ações de saúde. Esse processo favorece o acesso, o acolhimento e o cuidado qualificado à população atendida, fortalecendo a Saúde Pública no Município do Rio de Janeiro.
Diante disso, a Atenção Primária à Saúde (APS), reconhecida como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), organiza-se com base na territorialização, que permite um entendimento mais profundo das condições de vida da população, dos determinantes sociais da saúde e das redes de cuidado locais.
Assim, as oficinas de territorialização configuram-se como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao promoverem a integração entre o planejamento em saúde e as especificidades de cada território, essas ações contribuem para uma atenção mais resolutiva, humanizada e alinhada às reais necessidades da população.





















