Nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026, no laboratório de informática da OTICS – Rio Rocinha, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) realizaram a atualização cadastral dos usuários da Clínica da Família Rinaldo (CF) de Lamare, ampliando o conhecimento sobre o perfil da população atendida.
Com os dados atualizados, a equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) pode acompanhar melhor as necessidades dos usuários, identificar precocemente doenças, monitorar condições crônicas e realizar intervenções mais ágeis e eficazes, além de aprimorar a comunicação sobre consultas, exames e campanhas.
Mais do que uma etapa administrativa, a atualização cadastral fortalece o vínculo entre a população e os serviços de saúde, contribuindo para um cuidado mais acessível, humanizado e resolutivo.
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Completude de Cadastro – CF Rinaldo de Lamare
As salas de espera constituem espaços coletivos de educação em saúde, possibilitando o diálogo entre profissionais e usuários sobre comportamentos seguros no trânsito, como o uso do cinto de segurança, a utilização adequada de capacetes, a não associação entre álcool e direção e a atenção ao uso de dispositivos móveis durante a condução de veículos.
Dessa forma, as ações do Maio Amarelo nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) fortalecem o compromisso da Atenção Primária à Saúde (APS) com a prevenção de agravos, a promoção da qualidade de vida e a educação em saúde, contribuindo para a redução de acidentes e para a construção de uma sociedade mais segura e consciente.
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Sendo assim, a atualização territorial é fundamental para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além da delimitação geográfica, constituindo um processo técnico-político que possibilita compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Nesse sentido, o território configura-se como elemento estratégico na organização e no trabalho das Clínicas da Família (CF) e dos Centros Municipais de Saúde (CMS). Sua utilização como ferramenta de análise e planejamento fortalece a efetividade da Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo ações alinhadas às necessidades da população e fortalecendo os vínculos entre os serviços de saúde e a comunidade.
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A Estratégia Saúde da Família (ESF), pela proximidade com o território e pelo acompanhamento longitudinal das famílias, favorece a identificação precoce de vulnerabilidades e situações de violência. Nesse contexto, o PREFC contribui para a formação de profissionais capacitados a atuar de forma crítica, reflexiva e humanizada, articulando cuidado, vigilância em saúde e estratégias de acolhimento e intervenção.
Assim, ouvir, acolher, registrar e notificar constituem práticas essenciais do cuidado em saúde e reafirmam o compromisso ético dos profissionais com a proteção da vida, a promoção da dignidade humana e a defesa dos direitos sociais.
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Durante a atividade, foram apresentadas informações sobre as hepatites virais como doenças inflamatórias que acometem o fígado, com ênfase nos tipos A, B e C. Também foram discutidos aspectos relacionados à epidemiologia, formas de transmissão, fatores de risco e estratégias de prevenção. Entre as principais medidas preventivas abordadas estiveram a vacinação contra as hepatites A e B, o uso de preservativos, a não utilização compartilhada de objetos perfurocortantes, além da importância da higiene e do saneamento básico adequados. Destacou-se ainda a relevância do diagnóstico precoce por meio de testes rápidos e exames laboratoriais.
Portanto, conclui-se que atividades educativas realizadas em salas de espera representam uma importante ferramenta de promoção da saúde, prevenção de doenças e disseminação de informações, além de contribuírem significativamente para a formação acadêmica e humanizada dos estudantes de medicina.
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Nesse contexto, a atualização do território é essencial para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além de uma simples delimitação geográfica: trata-se de um processo técnico-político que permite compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como instrumentos estratégicos para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao articularem o planejamento em saúde às especificidades de cada território, contribuem para uma atenção mais humanizada e alinhada às necessidades da população.
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Na preparação para a visita domiciliar, os acadêmicos levantam previamente informações clínicas, como histórico médico, condições crônicas e necessidades do paciente. Em seguida, os casos são discutidos com a preceptora para o planejamento das intervenções, sempre pautadas nos princípios éticos, na confidencialidade e na humanização do cuidado.
A experiência contribui para o desenvolvimento de competências clínicas, éticas e sociais. Ao integrar teoria e prática, fortalece a formação de profissionais críticos, reflexivos e comprometidos com os princípios do sistema de saúde, especialmente em relação à equidade e à integralidade da atenção.
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Além disso, dados atualizados favorecem a comunicação entre a equipe multiprofissional e os usuários, facilitando o agendamento de consultas, a realização de visitas domiciliares, campanhas de vacinação e o monitoramento de condições crônicas.
Dessa forma, ao ampliar o conhecimento sobre o território e sua população, a Atenção Primária à Saúde (APS) fortalece sua capacidade de resposta às demandas da comunidade, promovendo um cuidado mais humanizado, resolutivo e acessível.
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Durante a visita, foram apresentados os programas desenvolvidos pela unidade, com destaque para o atendimento humanizado, as campanhas de prevenção e os projetos voltados ao cuidado integral dos pacientes. A presença da princesa reforçou a importância da cooperação internacional e da troca de experiências na área da saúde pública.
A visita simbolizou um gesto diplomático e o reconhecimento do compromisso dos profissionais que atuam em benefício da população.
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Além disso, os profissionais passaram a ter maior preparo para orientar pais e responsáveis sobre a importância do exame, o período ideal para sua realização e as consequências da ausência do diagnóstico precoce. Dessa forma, o treinamento fortalece as ações educativas em saúde e amplia a adesão da população aos programas de triagem neonatal.
Conclui-se, portanto, que o treinamento sobre o Teste do Pezinho possui relevância acadêmica, científica e social, pois contribui para a qualificação da assistência neonatal, o fortalecimento das políticas públicas de saúde e a melhoria da qualidade de vida infantil.
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