Nesta quarta-feira, 27 de maio de 2026, no Centro Municipal de Saúde (CMS) Dr. Albert Sabin, foi realizada uma capacitação destinada aos profissionais da unidade sobre a implementação do teste DNA-HPV no rastreamento do câncer do colo do útero. Durante a atividade, foram abordados temas fundamentais, como os princípios do teste molecular, critérios de indicação, faixa etária recomendada, periodicidade do rastreamento, técnicas adequadas de coleta, armazenamento e transporte das amostras, interpretação dos resultados e fluxos de encaminhamento das pacientes. A capacitação foi conduzida pelo médico ginecologista Adalberon Magalhães e pela enfermeira Responsável Técnica (RT) Beatriz Félix, da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP-2.1).
A capacitação também contemplou aspectos epidemiológicos do câncer do colo uterino, mecanismos de transmissão do HPV, fatores de risco associados ao desenvolvimento da doença e a importância da vacinação como medida preventiva.
Dessa forma, a qualificação dos profissionais de saúde mostra-se fundamental para garantir a efetiva incorporação dessa tecnologia ao sistema de saúde. A educação permanente em saúde constitui estratégia indispensável para a qualificação da assistência, atualização das práticas clínicas e promoção do cuidado integral.
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Treinamento sobre a Implementação do Teste de DNA-HPV para Rastreamento do Câncer de Colo Uterino
Além do caráter informativo, a atividade fortalece o vínculo entre profissionais de saúde e comunidade, incentivando a participação ativa dos usuários no cuidado com a própria saúde e na construção de uma consciência coletiva voltada à prevenção de acidentes. Essa prática está alinhada aos princípios da Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente no que se refere à integralidade do cuidado, à promoção da saúde e à participação social.
Dessa forma, a realização de atividades educativas sobre o Maio Amarelo nas salas de espera das Unidades Básicas de Saúde (UBS) constitui uma estratégia relevante de promoção da saúde, contribuindo para a formação de uma cultura de prevenção e responsabilidade no trânsito. Por meio dessas ações, a APS reafirma seu compromisso com a educação em saúde e com a construção de práticas que favoreçam a qualidade de vida da população.
A vacinação contra Influenza é essencial devido à alta transmissibilidade do vírus e ao risco de complicações, especialmente entre grupos vulneráveis. A vacina tríplice viral é importante para prevenir sarampo, caxumba e rubéola, doenças de relevante impacto epidemiológico. Já a vacina contra febre amarela possui papel estratégico nas ações das Unidades Básicas de Saúde (UBS), sobretudo em áreas com recomendação vacinal.
Dessa forma, a Atenção Primária à Saúde (APS) exerce papel central na organização e operacionalização das campanhas e rotinas de imunização, promovendo acesso universal, acompanhamento longitudinal e cuidado integral aos indivíduos e comunidades. Essas ações contribuem diretamente para a prevenção de doenças e para a melhoria dos indicadores de saúde pública.
Durante o encontro, foram abordados temas relacionados à adesão ao tratamento, controle dos fatores de risco e monitoramento da pressão arterial, favorecendo a conscientização e a participação ativa dos usuários no cuidado com a própria saúde. Os estudantes participaram da ação educativa realizando orientações em saúde, auxiliando na aferição da pressão arterial e desenvolvendo habilidades relacionadas à comunicação, ao acolhimento e à escuta qualificada. Além disso, a experiência fortalece a compreensão dos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dessa forma, a atuação conjunta entre a equipe da Atenção Primária à Saúde (APS) e os acadêmicos de medicina nos grupos de hipertensão promove benefícios tanto para os usuários quanto para a formação acadêmica, reforçando a importância das práticas educativas e preventivas no âmbito da saúde coletiva.
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Nesse contexto, a oficina teve como objetivo utilizar o programa Google Earth Pro para integrar os recursos técnicos de georreferenciamento aos conhecimentos práticos dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com foco na atualização e demarcação das microáreas de atuação.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao promover a integração entre o planejamento em saúde e as especificidades de cada território, essas ações contribuem para uma atenção mais resolutiva e alinhada às necessidades da população.
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Nesse contexto, a oficina teve como objetivo utilizar o programa Google Earth Pro para integrar os recursos técnicos de georreferenciamento aos conhecimentos práticos dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com foco na atualização e demarcação das microáreas de atuação.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao promover a integração entre o planejamento em saúde e as especificidades de cada território, essas ações contribuem para uma atenção mais resolutiva e alinhada às necessidades da população.
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A perspectiva antimanicomial compreende que o sofrimento mental não deve ser tratado por meio da exclusão social, mas sim por estratégias interdisciplinares e comunitárias que valorizem a autonomia, a participação social e a reinserção dos usuários em seus territórios. Nesse contexto, a APS desempenha papel fundamental ao promover práticas humanizadas e centradas nas necessidades dos sujeitos.
Portanto, a luta antimanicomial e a APS articulam-se na construção de um modelo de cuidado baseado na integralidade, na equidade e no respeito aos direitos humanos. O fortalecimento das ações de saúde mental no território reafirma a importância de políticas públicas comprometidas com a inclusão social e com a defesa do cuidado em liberdade.
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Nesse contexto, a abordagem do “Semáforo do Corpo” no ambiente escolar fortalece a educação em saúde ao favorecer o diálogo sobre proteção, respeito ao corpo e direitos da criança. Além disso, possibilita a identificação precoce de vulnerabilidades, contribuindo para ações preventivas e para o enfrentamento da violência infantil.
Assim, a inserção do tema nas ações do PSE reforça a importância das práticas intersetoriais na promoção da saúde infantil. A atuação da Atenção Primária à Saúde (APS) contribui para fortalecer estratégias de prevenção, proteção e desenvolvimento saudável, reafirmando a escola como espaço essencial para a formação cidadã e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
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Nesse contexto, o Programa Academia Carioca desempenha papel fundamental ao integrar ações de promoção da saúde ao cotidiano das Unidades Básicas de Saúde (UBS), incentivando a prevenção de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares.
Dessa forma, o programa se consolida como uma estratégia essencial da Atenção Primária à Saúde (APS), ao aproximar a população de práticas preventivas, fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para uma comunidade mais saudável, ativa e consciente da importância do cuidado com a saúde.
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