Nesta quarta-feira, 2 de setembro de 2026, a Clínica da Família (CF) Rinaldo de Lamare realizou uma ação de vacinação, no âmbito do Programa Saúde na Escola (PSE), na Escola Municipal Rinaldo de Lamare. A atividade teve como objetivo ampliar a cobertura vacinal, atualizar as cadernetas de vacinação e contribuir para a prevenção de doenças imunopreveníveis entre crianças e responsáveis. Foram ofertadas vacinas contra influenza, varicela, hepatite A, sarampo e febre amarela, conforme a situação vacinal e os critérios estabelecidos pelo calendário de vacinação.
A iniciativa reforçou a importância da vacinação como medida de prevenção de doenças e proteção da saúde individual e coletiva. A atualização do esquema vacinal contribui para reduzir o risco de adoecimento e complicações, além de diminuir a circulação de doenças no ambiente escolar. A participação dos responsáveis é fundamental para o acompanhamento da situação vacinal das crianças e a manutenção de sua própria vacinação em dia.
A realização da ação no ambiente escolar facilitou o acesso aos serviços de saúde e contribuiu para aproximar a unidade de saúde da comunidade. A iniciativa também fortaleceu a integração entre saúde e educação, ampliando as ações de promoção da saúde e prevenção de doenças no território.
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Programa Saúde na Escola (PSE) – Escola Municipal Rinaldo de Lamare – CF Rinaldo de Lamare
A atualização periódica dos cadastros é fundamental para o planejamento, o monitoramento e a avaliação das ações desenvolvidas pelas equipes de Saúde da Família (eSF) no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS). A qualificação dos registros amplia a confiabilidade das informações e subsidia a definição de estratégias e intervenções compatíveis com as necessidades de saúde e o perfil epidemiológico da população.
Nesse contexto, o prontuário eletrônico constitui importante ferramenta para a organização dos processos de trabalho e a qualificação da assistência no Sistema Único de Saúde (SUS). A integração e a atualização das informações favorecem a comunicação entre os profissionais, a continuidade do cuidado e o desenvolvimento de ações de promoção da saúde, prevenção de agravos, vigilância em saúde e atenção integral aos usuários.
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Durante o encontro, foram esclarecidas as diferenças entre infecção latente e doença ativa, bem como discutidos os desafios relacionados à adesão ao tratamento e às medidas de prevenção da transmissão. As orientações contribuíram para ampliar a compreensão dos profissionais sobre a doença, reduzir o estigma e estimular a adoção de medidas de cuidado e proteção no ambiente escolar.
A ação proporcionou um espaço de diálogo, esclarecimento de dúvidas e troca de conhecimentos entre os profissionais. Iniciativas dessa natureza contribuem para a sensibilização dos trabalhadores e para o fortalecimento das ações de prevenção e controle da tuberculose, favorecendo o reconhecimento de sinais de alerta, a orientação adequada e a promoção da saúde da comunidade escolar.
A avaliação do peso contribui para o acompanhamento do crescimento e do estado nutricional, especialmente de crianças e adolescentes. A conferência da caderneta de vacinação favorece a atualização do esquema vacinal e a prevenção de doenças imunopreveníveis. Já a avaliação odontológica possibilita a identificação precoce de alterações na saúde bucal, além de orientar sobre higiene e medidas preventivas.
A iniciativa integra ações de cuidado e promoção da saúde no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), contribuindo para o acompanhamento das famílias e para o cumprimento das condicionalidades do programa. Dessa forma, a atividade amplia o acesso aos serviços de saúde e favorece a identificação e o acompanhamento oportuno das necessidades dos usuários.
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A revisão periódica dos prontuários constitui importante instrumento para a qualificação da assistência, ao possibilitar a avaliação dos registros clínicos, o acompanhamento da evolução dos usuários e o aprimoramento das informações utilizadas no processo de cuidado. A análise também favorece a tomada de decisões, a comunicação entre os profissionais e a segurança na assistência.
No âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), a atuação da Comissão de Revisão e Avaliação de Prontuários contribui para a qualificação e a padronização dos registros, favorecendo a continuidade do cuidado e a integração entre as equipes. Dessa forma, a iniciativa contribui para o aprimoramento dos processos de trabalho e para a oferta de uma assistência segura, eficiente e ética à população.
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A partir da observação do território, os acadêmicos puderam identificar desafios e discutir, em grupos, possíveis estratégias de enfrentamento. Posteriormente, as propostas foram apresentadas aos demais estudantes e às preceptoras no auditório da OTICS-Rio Rocinha, promovendo um espaço de troca de experiências, reflexão e construção coletiva.
A iniciativa contribui para uma formação médica mais crítica e integrada às necessidades da população, estimulando os futuros profissionais a compreender a realidade local e a participar ativamente da elaboração de propostas para qualificar o cuidado em saúde.
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A capacitação teve como objetivo aprimorar a atuação dos profissionais diante das principais emergências maternas, com foco na identificação rápida dos casos, na adoção de condutas adequadas e no encaminhamento oportuno. Foram abordados protocolos, fluxos assistenciais e estratégias de manejo clínico, destacando a importância do trabalho integrado e da tomada de decisão qualificada.
Também foi ressaltada a necessidade de articulação entre a Atenção Primária à Saúde (APS), as maternidades e os serviços de urgência e emergência, favorecendo a continuidade do cuidado e a redução de riscos à saúde materna. A iniciativa reforça a importância da educação permanente para a qualificação profissional, a segurança do cuidado e o aprimoramento da assistência no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
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A participação dos responsáveis é fundamental para fortalecer o vínculo entre família, escola e equipe de saúde, favorecendo a identificação precoce de necessidades que possam interferir no desenvolvimento e no bem-estar dos estudantes. Além disso, momentos de escuta e troca de experiências ampliam o conhecimento das famílias e incentivam práticas de cuidado no cotidiano.
A ação reforça o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) na promoção da saúde e na prevenção de agravos, aproximando os serviços da comunidade e contribuindo para uma atenção integral à saúde de crianças e adolescentes.
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O momento também possibilitou a troca de experiências entre as usuárias, favorecendo o diálogo e a construção coletiva de conhecimentos. A escuta mútua contribuiu para um ambiente seguro e acolhedor, no qual as participantes puderam compartilhar vivências, refletir sobre seus direitos e ampliar suas redes de apoio.
A iniciativa reforça a importância de abordar o tema de forma contínua nos territórios, ampliando a conscientização, a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher. Mais do que uma campanha, o Agosto Lilás representa uma oportunidade de fortalecer o cuidado, a escuta qualificada e o acesso às redes de proteção e assistência.
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Foram abordadas condições como resfriado, gripe, bronquiolite e pneumonia, com destaque para sinais de alerta e cuidados no ambiente domiciliar. As dinâmicas “Mito ou Verdade?” e “Como a doença passa de uma criança para outra?” contribuíram para esclarecer dúvidas sobre o uso de antibióticos e xaropes, a transmissão de secreções e a importância da higienização das mãos, da etiqueta respiratória, da ventilação dos ambientes e da vacinação. Também foi realizada uma demonstração de lavagem nasal com soro fisiológico, utilizando uma boneca, para orientar sobre a técnica adequada.
Para facilitar o reconhecimento da gravidade dos sintomas, foi apresentado o “Semáforo da Respiração”: verde para sintomas leves, com a criança ativa e hidratada; amarelo para sinais como febre persistente, prostração, piora da tosse e redução da alimentação; e vermelho para dificuldade respiratória, respiração acelerada ou com esforço, coloração arroxeada e sonolência excessiva. O encontro reforçou a importância de observar o estado geral da criança e evitar o uso de antibióticos, xaropes ou outros medicamentos sem orientação profissional.
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