Na última quarta-feira, 3 de junho de 2026, no auditório da OTICS-Rio Rocinha, foi realizada uma capacitação destinada aos profissionais das unidades de saúde da Rocinha sobre a utilização do teste DNA-HPV como estratégia de rastreamento do câncer do colo do útero. A atividade foi conduzida pelo médico ginecologista Adalberon Magalhães, da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP-2.1).
Durante a capacitação, foram apresentados os principais aspectos relacionados à implementação do exame, incluindo indicações, faixa etária recomendada, periodicidade do rastreamento, técnicas adequadas de coleta, armazenamento e transporte das amostras, além da interpretação dos resultados e dos fluxos de encaminhamento das pacientes na rede de atenção à saúde.
Além disso, a programação contemplou temas como a epidemiologia do câncer do colo do útero, as formas de transmissão do HPV, os fatores de risco para o desenvolvimento da doença e o papel da vacinação na prevenção. A iniciativa reforça a importância da educação permanente para a atualização profissional e a qualificação da assistência prestada à população.
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Treinamento sobre a Implementação do Teste de DNA-HPV para Rastreamento do Câncer de Colo Uterino
A atualização sistemática desses registros é fundamental para subsidiar o planejamento, o monitoramento e a avaliação das ações desenvolvidas pelas equipes de Saúde da Família (eSF) na Atenção Primária à Saúde (APS), assegurando intervenções baseadas em dados confiáveis e alinhadas às necessidades do território.
Nesse contexto, o prontuário eletrônico representa um importante avanço na modernização dos serviços e na qualificação da assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), ao possibilitar a integração de informações em tempo real, fortalecer a comunicação interprofissional e potencializar ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e cuidado integral.
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Além disso, a inserção das ações de saúde bucal no ambiente escolar favorece a formação de conhecimentos e comportamentos saudáveis desde a infância, período considerado estratégico para a consolidação de hábitos que podem se manter ao longo da vida. Dessa forma, o Programa Saúde na Escola representa uma ferramenta relevante para a promoção da saúde, ao estimular a corresponsabilização entre profissionais de saúde, educadores, estudantes e familiares na construção de práticas de autocuidado.
Portanto, a integração entre saúde e educação fortalece o cuidado integral aos estudantes e contribui para a melhoria dos indicadores de saúde bucal, consolidando estratégias que favorecem a qualidade de vida e o desenvolvimento social da população.
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Além de prevenir doenças e suas complicações, a vacinação contribui para a redução das desigualdades em saúde, uma vez que seu acesso universal garante proteção a diferentes grupos populacionais, independentemente de condições socioeconômicas.
Nesse contexto, a vacinação realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) constitui um componente estratégico da Atenção Primária à Saúde (APS), desempenhando papel essencial na proteção da população, na redução da carga de doenças evitáveis e na promoção da equidade em saúde. O fortalecimento das ações de imunização na APS é fundamental para a consolidação de sistemas de saúde mais eficientes, equitativos e orientados às necessidades da comunidade.
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Nesse contexto, a família desempenha papel fundamental na formação dos hábitos alimentares das crianças, influenciando suas escolhas por meio da oferta de alimentos, das rotinas alimentares e do exemplo dos responsáveis. A equipe de Saúde da Família contribui para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil, realizando ações de promoção e prevenção, além de atividades de educação em saúde. Esse acompanhamento permite a identificação precoce de riscos, o monitoramento do estado nutricional e o fortalecimento das práticas de cuidado.
Assim, a integração entre família e equipe de Saúde da Família (eSF) é essencial para a construção de hábitos saudáveis na infância, favorecendo o desenvolvimento pleno da criança e melhores condições de saúde ao longo da vida.
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Durante a ação, foram discutidas a importância da realização do exame citopatológico do colo do útero, o rastreamento do câncer de mama, o pré-natal, o planejamento reprodutivo e as medidas educativas voltadas à prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Também foram abordados o acolhimento às situações de violência contra a mulher, o incentivo ao autocuidado e a adoção de hábitos de vida saudáveis.
Dessa forma, discutir a saúde da mulher na sala de espera representa uma estratégia relevante para ampliar o acesso à informação e fortalecer as ações da Atenção Primária à Saúde (APS). A educação em saúde, quando realizada de forma participativa e acolhedora, contribui para a prevenção de doenças e para a promoção da qualidade de vida.
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A iniciativa reforça a importância do ambiente escolar como espaço estratégico para a promoção da saúde e a formação de hábitos saudáveis desde a infância. A articulação entre a Unidade Básica de Saúde (UBS) e a comunidade escolar fortalece o vínculo com os usuários, amplia o acesso ao cuidado e contribui para o desenvolvimento integral das crianças.
Portanto, as práticas desenvolvidas vão além do enfoque curativo ao incorporar ações preventivas e educativas que promovem conscientização sobre autocuidado e qualidade de vida. Assim, o PSE, integrado à Atenção Primária à Saúde (APS), desempenha papel fundamental na promoção da saúde e na prevenção de agravos.
A capacitação também contemplou aspectos epidemiológicos do câncer do colo uterino, mecanismos de transmissão do HPV, fatores de risco associados ao desenvolvimento da doença e a importância da vacinação como medida preventiva.
Dessa forma, a qualificação dos profissionais de saúde mostra-se fundamental para garantir a efetiva incorporação dessa tecnologia ao sistema de saúde. A educação permanente em saúde constitui estratégia indispensável para a qualificação da assistência, atualização das práticas clínicas e promoção do cuidado integral.
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Além do caráter informativo, a atividade fortalece o vínculo entre profissionais de saúde e comunidade, incentivando a participação ativa dos usuários no cuidado com a própria saúde e na construção de uma consciência coletiva voltada à prevenção de acidentes. Essa prática está alinhada aos princípios da Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente no que se refere à integralidade do cuidado, à promoção da saúde e à participação social.
Dessa forma, a realização de atividades educativas sobre o Maio Amarelo nas salas de espera das Unidades Básicas de Saúde (UBS) constitui uma estratégia relevante de promoção da saúde, contribuindo para a formação de uma cultura de prevenção e responsabilidade no trânsito. Por meio dessas ações, a APS reafirma seu compromisso com a educação em saúde e com a construção de práticas que favoreçam a qualidade de vida da população.