Reuniões técnicas como ferramenta de gestão na Atenção Primária à Saúde – CF Rinaldo De Lamare

Com o intuito de alinhar, organizar e qualificar os fluxos de trabalho da Clínica da Família Rinaldo De Lamare, garantindo que a equipe técnica atue de forma integrada, segura e em consonância com as diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) e com os princípios da Atenção Primária à Saúde (APS). Nesse contexto, na tarde do dia 15 de janeiro de 2025, no auditório da OTICS-Rio Rocinha foi realizado uma reunião de alinhamento de fluxos com a equipe técnica, conduzida pelo gestor Jackson Gonçalves, com o objetivo de fortalecer a organização dos processos de trabalho e qualificar ainda mais a assistência prestada à população do território. O encontro reafirmou a importância do diálogo permanente entre a gestão e os profissionais que atuam diretamente na linha de cuidado da Atenção Primária à Saúde (APS), destacando que esses alinhamentos ocorrem de forma concomitante às diretrizes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio).Dessa forma, a equipe técnica de uma Clínica da Família composta por profissionais de diferentes áreas, como enfermeiros, médicos, dentistas, técnicos de enfermagem, profissionais do Núcleo Multiprofissional, entre outros, que atuam de forma integrada para garantir o cuidado contínuo, resolutivo e humanizado aos usuários. Essa equipe é fundamental para o bom funcionamento da unidade, pois é responsável pelo planejamento, execução e avaliação das ações de saúde, além de ser o elo direto entre o serviço, o território e a comunidade.Diante disso, durante a reunião foram discutidos e alinhados fluxos assistenciais e administrativos, em consonância com as normativas e orientações da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio), visando maior organização do trabalho, otimização do atendimento e melhoria da comunicação interna. O fomento a encontros técnicos como esse, promovidos pela gerência da Clínica da Família, é essencial para assegurar que todos os profissionais estejam alinhados às diretrizes institucionais, aos protocolos assistenciais e às necessidades reais do território adscrito.Contudo, reuniões técnicas periódicas têm impacto direto no funcionamento da unidade, refletindo na qualidade do atendimento oferecido à população. Ao alinhar fluxos de forma integrada à gestão municipal, reduz-se a fragmentação do cuidado, melhora-se o acesso dos usuários aos serviços e fortalece-se a resolutividade da Atenção Primária à saúde (APS). Além disso, esses espaços contribuem para a escuta das equipes, identificação de desafios cotidianos e construção coletiva de soluções, fortalecendo o vínculo entre gestão local e políticas públicas municipais.No contexto da saúde pública e da Atenção Primária à saúde (APS), esse tipo de reunião se faz necessária por consolidar a Atenção Primária à saúde (APS) como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao promover organização, planejamento e integração das equipes, em alinhamento contínuo com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, a Clínica da Família potencializa seu papel estratégico no cuidado integral, impactando positivamente a saúde da comunidade e reforçando o compromisso com um SUS mais eficiente, equânime e próximo da população.

 

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Fonte:
Estratégia Saúde da Família – ESF

Planejamento e Alinhamento Qualificam o Atendimento na Atenção Primária à Saúde – CF Rinaldo De Lamare

Na tarde do dia 13 de janeiro de 2025, foi realizada uma reunião de alinhamento de fluxos internos de atendimento com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Clínica da Família Rinaldo De Lamare, no auditório da Estação OTICS-Rio Rocinha. O encontro foi ministrado pelo gestor da unidade, Jackson Gonçalves, e teve como objetivo fortalecer a organização dos processos de trabalho na Atenção Primária à Saúde (APS), garantindo maior clareza, agilidade e resolutividade no cuidado ofertado à população do território.Durante a reunião, foram discutidos os fluxos de atendimento da Atenção Primária à Saúde (APS) da cidade do Rio de Janeiro, com destaque para o papel estratégico dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) na porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). O alinhamento desses fluxos é fundamental para assegurar o correto encaminhamento dos usuários, a continuidade do cuidado e a integração entre os diferentes pontos da rede de atenção à saúde.Dessa forma, reuniões periódicas e pontuais como essa são essenciais para o fortalecimento do trabalho em equipe, pois promovem a padronização de rotinas, reduzem falhas nos processos e ampliam a segurança tanto para os profissionais quanto para os usuários. Para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), o alinhamento de fluxos impacta diretamente na organização do trabalho no território, facilitando o acompanhamento das famílias, a identificação de demandas prioritárias e o acesso oportuno aos serviços de saúde.Além disso, essas ações refletem positivamente na comunidade, uma vez que contribuem para um atendimento mais eficiente, humanizado e resolutivo. Quando os fluxos estão bem definidos, há maior agilidade na resposta às necessidades de saúde, fortalecimento do vínculo entre equipe de Saúde da Família (eSF) e usuários e melhoria da qualidade da assistência prestada.No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), iniciativas como essa se mostram potentes e resolutivas, pois qualificam o processo de trabalho, fortalecem o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) como coordenadora do cuidado e impactam diretamente nos indicadores de saúde, como acesso, acompanhamento longitudinal, prevenção de agravos e redução de encaminhamentos desnecessários para outros níveis de atenção.Portanto, a reunião reafirma o compromisso da Clínica da Família Rinaldo De Lamare com a qualificação contínua dos profissionais e com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), evidenciando que o investimento em diálogo, organização e educação permanente é fundamental para a construção de uma Atenção Primária à Saúde (APS) forte, eficiente e comprometida com as necessidades reais do território da Rocinha.

 

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Fonte:
Política Nacional de Atenção Básica – PNAB

Entre o Território e a Tecnologia: Agentes Comunitários de Saúde registram ações de cuidado – CF Rinaldo De Lamare

Com o intuito de evidenciar a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), ressaltando sua relevância para a Atenção Primária à Saúde (APS) e para o Sistema Único de Saúde (SUS), bem como sua presença ativa no território. Além da importância do registro das ações no prontuário eletrônico como ferramenta essencial para organizar o cuidado, apoiar o planejamento das equipes de Saúde da Família (eSF) e fortalecer a gestão em saúde. Na manhã do dia 13 de janeiro de 2026, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) utilizaram o Laboratório de Informática da OTICS – Rio Rocinha para registrar no prontuário eletrônico as atividades realizadas com seus usuários adstritos, reforçando a importância da tecnologia e da gestão da informação no cotidiano da Atenção Primária à Saúde (APS) e no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa ação simboliza a integração entre o trabalho comunitário e a organização digital do cuidado, ampliando a capacidade de monitorar ações e responder às necessidades dos moradores de forma mais eficiente.Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) são profissionais do território, integrantes da Estratégia Saúde da Família (ESF), que atuam no acompanhamento das famílias por meio do mapeamento do território, visitas domiciliares, educação em saúde e prevenção de agravos. Sua atuação fortalece o vínculo entre a comunidade e o Sistema Único de Saúde (SUS), contribui para a identificação precoce de problemas de saúde, orienta o uso adequado dos serviços e garante a continuidade do cuidado.Diante disso, a cidade do Rio de Janeiro conta com aproximadamente 240 unidades de Atenção Primária à Saúde, entre Clínicas da Família (CF) e Centros Municipais (CMS), distribuídas por todas as dez áreas programáticas (AP) da região, o que configura uma ampla rede de Atenção Primária à Saúde (APS) voltada à promoção e prevenção da saúde. Em termos de Agentes Comunitários de Saúde (ACS), a Secretaria Municipal de Saúde do Rio (SMS-Rio) estima que cerca de 7.692 ACS estejam atuando na rede municipal, desempenhando suas funções essenciais nas comunidades.Na Atenção Primária à Saúde (APS), porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) têm papel estratégico ao acompanhar as famílias, estimular o acesso aos serviços e fortalecer o vínculo com a população. Sua atuação nos territórios, especialmente os mais vulneráveis, contribui para reduzir desigualdades, promover práticas saudáveis e apoiar a vigilância em saúde.O trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) é reconhecido por políticas públicas e investimentos que fortalecem a Atenção Primária à Saúde (APS) e contribuem para melhores indicadores de saúde. A qualificação e a integração desses profissionais com tecnologias, como o prontuário eletrônico, organizam o cuidado, garantem a continuidade da assistência e fortalecem a gestão e a eficiência do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

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Fonte:
Mais Saúde da Família

Ação de Hiperdia Fortalece Cuidado Contínuo – CMS Rodolpho Perissé

Na manhã do dia 08 de janeiro de 2025, a equipe Vidigal realizou uma importante ação de Hiperdia no consultório avançado do CMS Rodolpho Perissé, reafirmando o compromisso da Atenção Primária à Saúde (APS) com o cuidado integral e contínuo da população do território. A atividade reuniu usuários acompanhados pela equipe, com foco na promoção da saúde, prevenção de complicações e fortalecimento do vínculo entre serviço e comunidade.Dessa forma, o Hiperdia é uma estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) voltada para o acompanhamento de pessoas com hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus, doenças crônicas que representam um dos maiores desafios da saúde pública no Brasil. O público-alvo da ação inclui usuários diagnosticados com essas condições, especialmente adultos e idosos, que necessitam de acompanhamento regular, monitoramento clínico e orientações contínuas para o autocuidado. Durante a ação, os usuários tiveram acesso à avaliação e verificação de pressão arterial e glicemia capilar, orientações sobre uso correto de medicamentos, alimentação saudável, prática de atividade física e prevenção de complicações. Essas iniciativas são fundamentais para reduzir internações, agravos evitáveis e melhorar a qualidade de vida das pessoas acompanhadas.No contexto da Atenção Primária à Saúde, o Hiperdia desempenha papel estratégico, pois permite o seguimento longitudinal dos usuários, a identificação precoce de riscos e o planejamento de intervenções individualizadas. Além disso, fortalece o princípio da integralidade do cuidado, um dos pilares do Sistema Único de Saúde (SUS), ao articular ações de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação.Diante disso, a realização dessa ação também evidencia o fomento das políticas públicas de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), que priorizam o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) por meio de ações territoriais, próximas da realidade da população. Mesmo com o funcionamento da Unidade Avançada, a iniciativa reforça a importância de manter o acompanhamento regular dos usuários da Comunidade do Vidigal, garantindo acesso, continuidade do cuidado e resolutividade na Atenção Primária à Saúde (APS).Para os moradores do território, ações como o Hiperdia representam mais do que consultas: são espaços de escuta, orientação e fortalecimento do vínculo com a equipe de saúde. Ao investir nesse acompanhamento, a equipe Vidigal contribui diretamente para uma saúde pública mais eficiente, humanizada e alinhada às necessidades reais da comunidade.

 

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Fonte:
Politica Nacional de Atenção Básica – PNAB

Grupo de Trabalho sobre Violência Marcada por Racismo – CF Rinaldo De Lamare

Na manhã do dia 08 de janeiro de 2026, o auditório da OTICS Rio Rocinha sediou o Grupo de Trabalho (GT) com o tema Violência Marcada por Racismo, reunindo Agentes Comunitários de Saúde (ACS) para um debate fundamental sobre o enfrentamento do racismo enquanto determinante social da saúde e produtor de iniquidades no cuidado.O Grupo de Trabalho (GT) foi organizado e ministrado por integrantes do GT Sacopã de Saúde da População Negra, coletivo que atua na promoção da equidade racial no Sistema Único de Saúde (SUS) e no fortalecimento de práticas antirracistas nos serviços de saúde. O encontro teve como foco a qualificação do olhar dos profissionais para a identificação das violências raciais, o acolhimento das vítimas e o correto registro desses agravos nos sistemas oficiais de informação em saúde.Durante a atividade, foi abordada a notificação de violência no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), instrumento do Ministério da Saúde (MS) utilizado para registrar casos de violência interpessoal e autoprovocada atendidos nos serviços de saúde. Foi ressaltado que a notificação é obrigatória e essencial para dar visibilidade às violências, orientar o planejamento de políticas públicas, fortalecer ações de prevenção e proteção às vítimas, além de subsidiar a vigilância epidemiológica e o enfrentamento das desigualdades raciais no âmbito da saúde pública.O encontro contou com a participação de Gleyce Kelly Marques, assessora técnica de Vigilância Epidemiológica da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) da CAP 2.1 e dos enfermeiros especialista em saúde Rodrigo Nogueira e Aldir Junior Investigador de Dados Vitais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) da CAP 2.1 que contribuiu com orientações técnicas sobre fluxos, responsabilidades das equipes e a importância do correto preenchimento das fichas de notificação. Também participou como palestrante Matheus Martins, advogado integrante da assessoria jurídica do Instituto Gnosis, que abordou os aspectos legais relacionados à violência marcada por racismo, os direitos das vítimas e o papel dos profissionais de saúde na articulação com a rede de proteção e garantia de direitos.A iniciativa destacou a relevância do fomento a espaços formativos como esse Grupo de Trabalho (GT), especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS) e local estratégico para a identificação precoce das violências. Ao promover educação permanente, diálogo intersetorial e fortalecimento das redes de cuidado, encontros dessa natureza contribuem diretamente para a consolidação de um Sistema Único de Saúde (SUS) mais equânime, humanizado e comprometido com a justiça social.No âmbito da saúde pública, o Grupo de Trabalho (GT) reafirmou a importância de reconhecer o racismo como um problema estrutural que impacta o processo saúde-doença, reforçando o papel dos serviços de saúde na promoção da equidade, na defesa dos direitos humanos e na construção de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades e à proteção da população negra.

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Fonte:
Sistema de Informações de Agravos de Notificação.

 

Cadastro atualizado fortalece a Atenção Primária e o cuidado aos usuários – CF Rinaldo De Lamare

A Clínica da Família Rinaldo De Lamare realizou, na manhã do dia 6 de janeiro de 2026, uma ação voltada à atualização dos cadastros dos usuários vinculados à unidade. A atividade foi conduzida pelas Agentes Comunitárias de Saúde (ACS), que desempenham papel estratégico na identificação das necessidades da população e na manutenção do vínculo entre o serviço de saúde e o território.Além disso, a atualização cadastral é uma etapa essencial para o bom funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS), pois garante que informações pessoais, familiares e de saúde estejam corretas nos sistemas oficiais. Esses dados são fundamentais para assegurar o acompanhamento contínuo dos usuários e para otimizar processos como a entrega de encaminhamentos via SISREG, a disponibilização de resultados de exames e a comunicação direta com os pacientes.Nesse contexto, com os cadastros devidamente atualizados, as equipes de saúde conseguem atuar de forma mais assertiva, planejando ações conforme o perfil epidemiológico do território e organizando melhor a oferta de consultas, procedimentos e atividades preventivas. Isso contribui para um cuidado mais resolutivo e centrado nas reais demandas da população assistida.
Portanto, a Atenção Primária à Saúde (APS) se fortalece a partir de iniciativas como essa, que qualificam a gestão da informação e impactam diretamente na eficiência dos atendimentos. Ao assegurar dados fidedignos, a unidade promove o uso adequado dos serviços de saúde e melhora a continuidade do cuidado, reafirmando a APS (Atenção Primária à Saúde) como base estruturante do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Fonte:
Atualização cadastral essencial para o acompanhamento contínuo dos usuários.

 

Saúde em pauta: sala de espera aborda Saúde Mental e conscientização sobre hanseníase

Na tarde do dia 5 de janeiro de 2026, o CMS Dr. Albert Sabin realizou uma ação educativa em formato de sala de espera, abordando os temas saúde mental e Janeiro Roxo, campanha nacional de conscientização sobre a hanseníase. A atividade ocorreu enquanto os usuários aguardavam atendimento, tanto por demanda espontânea quanto por consultas previamente agendadas com suas equipes de referência.A iniciativa reforça o papel estratégico da Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e como espaço privilegiado para ações de promoção, prevenção e educação em saúde. Ao tratar da saúde mental, a atividade destacou a importância do cuidado integral, do acolhimento qualificado e da identificação precoce de sinais de sofrimento psíquico, contribuindo para a redução de estigmas e para o fortalecimento do vínculo entre usuários e profissionais de saúde.No contexto do Janeiro Roxo, dedicado à conscientização sobre a hanseníase, foram compartilhadas informações essenciais sobre sinais e sintomas da doença, a importância do diagnóstico precoce, o acesso ao tratamento gratuito pelo SUS e o enfrentamento ao preconceito historicamente associado à condição. A abordagem em sala de espera amplia o alcance das informações e favorece a detecção oportuna de casos, gerando impactos positivos na saúde individual e coletiva do território.Dessa forma, as salas de espera se consolidam como importantes ferramentas de educação em saúde nas Clínicas da Família e centros municipais, ao transformar o tempo de espera em um espaço de escuta, troca de saberes e orientação qualificada. Para os moradores do território atendidos no CMS Dr. Albert Sabin, a ação representou mais um avanço no fortalecimento do cuidado contínuo, próximo e humanizado, alinhado aos princípios do SUS e às necessidades reais da população.

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Fonte:
Hanseníase: campanha chama atenção para importância do diagnóstico precoce.

 

Cuidado Farmacêutico Domiciliar no Manejo do Pé Diabético – CMS Rodolpho Perissé

O pé diabético é uma complicação crônica do diabetes mellitus que, na ausência de acompanhamento adequado, pode resultar em infecções, úlceras e outras complicações graves. Nesse contexto, na manhã do dia 29 de dezembro de 2025, o Centro Municipal de Saúde (CMS) Rodolpho Perissé realizou uma ação de visita domiciliar com foco na orientação sobre os cuidados com o pé diabético. A atividade teve como objetivo contribuir para a prevenção de complicações, a promoção do uso racional de medicamentos e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes, sendo conduzida pela farmacêutica Verônica.Dessa forma, no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), o cuidado farmacêutico domiciliar possibilita um acompanhamento mais próximo e individualizado do paciente, considerando suas condições clínicas, sociais e familiares. O farmacêutico orienta sobre o uso correto de medicamentos, como antidiabéticos, antibióticos e analgésicos, além de identificar problemas relacionados à farmacoterapia, incluindo interações medicamentosas, baixa adesão ao tratamento e reações adversas.Portanto, esse profissional atua na educação em saúde, orientando pacientes e cuidadores quanto à higiene adequada dos pés, à inspeção diária, ao uso correto dos curativos prescritos e à importância do controle glicêmico. Integrado à equipe multiprofissional, o cuidado farmacêutico domiciliar contribui para um atendimento contínuo, humanizado e resolutivo, reduzindo internações evitáveis e o risco de complicações graves, o que evidencia sua relevância no manejo do pé diabético.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte: Estratégias Para o Cuidado da Pessoa Com Doença Crônica

Educação em Saúde reforça direitos sexuais e reprodutivos na Atenção Primária à Saúde – CMS Dr Albert Sabin

Na tarde do dia 22 de dezembro, no espaço cedido pela XXXII Região Administrativa da Rocinha, localizado ao lado do CMS Dr. Albert Sabin, recebeu uma importante ação de promoção da saúde voltada ao planejamento sexual e reprodutivo. O encontro reuniu moradores do território em um momento de escuta, troca de informações e construção coletiva do cuidado, reforçando o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada e base do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dessa forma, a atividade foi ministrada pelas enfermeiras residentes e preceptoras do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC), que conduziram o grupo de forma acolhedora e participativa. Durante o encontro, foram abordados temas fundamentais como direitos sexuais e reprodutivos, métodos contraceptivos, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), planejamento familiar, autonomia corporal e o acesso aos serviços disponíveis na rede pública de saúde.No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), o planejamento sexual e reprodutivo constitui uma das ações essenciais para a promoção da saúde, a prevenção de agravos e a redução de desigualdades. Ao garantir informação qualificada e acesso aos métodos contraceptivos, a Atenção Primária à Saúde (APS) contribui para que mulheres, homens e casais possam fazer escolhas conscientes sobre sua vida reprodutiva, respeitando suas necessidades, valores e projetos de vida.Diante disso, a realização de grupos educativos como este se mostra estratégica para a saúde pública, pois fortalece o vínculo entre a população e os serviços de saúde, estimula o protagonismo dos usuários e amplia o alcance das ações de educação em saúde. Esses espaços coletivos favorecem o diálogo, a troca de experiências e a construção de saberes, além de funcionarem como instrumentos de prevenção de gestações não planejadas, redução da mortalidade materna e infantil e promoção do cuidado integral. Ao ocupar espaços comunitários e aproximar o cuidado do cotidiano das pessoas, o planejamento sexual e reprodutivo se consolida como uma prática fundamental para o fortalecimento da Atenção Primária e do SUS.

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Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva

 

Acolhimento na Atenção Primária à Saúde: a porta de entrada que fortalece o SUS – CF Rinaldo De Lamare

Na Atenção Primária à Saúde (APS), o acolhimento representa muito mais do que o primeiro contato do usuário com o serviço: trata-se de uma estratégia fundamental para garantir acesso, escuta qualificada e cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, na tarde do dia 22 de dezembro de 2025 a Clínica da Família Rinaldo De Lamare, fomenta esse processo que atende, organiza o fluxo de atendimento, fortalece o vínculo entre profissionais e a comunidade e contribui diretamente para a efetividade das ações de saúde no território.
Dessa forma, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) desempenham papel central nesse contexto. Atuando como elo entre a unidade de saúde e a população, os ACSs realizam visitas domiciliares, identificam necessidades de saúde, acompanham famílias, orientam sobre prevenção de doenças e promoção da saúde, além de estimular o uso adequado dos serviços ofertados pela Clínica da Família. Sua atuação permite o conhecimento detalhado do território, das condições de vida e dos principais agravos que afetam a comunidade, subsidiando o planejamento das ações da equipe multiprofissional.
Diante disso, o acolhimento na Clínica da Família é realizado de forma contínua e humanizada, geralmente logo na chegada do usuário à unidade. Nesse momento, o cidadão é recebido por profissionais capacitados como Agentes Comunitários de saúde (ACS) que realizam a escuta inicial, identificam a demanda apresentada e avaliam a necessidade de atendimento imediato ou encaminhamento para consulta de enfermagem. O foco não está apenas na queixa, mas na compreensão integral da situação de saúde do usuário, respeitando seus aspectos sociais, culturais e emocionais.Outro eixo essencial da Atenção Primária à Saúde (APS) é o cadastramento das famílias e indivíduos, realizado principalmente pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com apoio da equipe de Saúde da Família (eSF). Esse processo envolve a coleta de informações sociodemográficas, condições de moradia, composição familiar e histórico de saúde, que são registradas nos sistemas de informação do SUS. O cadastro permite a adscrição da população às equipes de Saúde da Família (eSF), garantindo o acompanhamento longitudinal e facilitando a organização do cuidado no território.
Contudo, o impacto do acolhimento e do cadastramento no Sistema Único de Saúde (SUS) é significativo. Ao fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS), essas ações contribuem para a redução de filas, diminuição da procura desnecessária por serviços de urgência e emergência e melhoria da resolutividade dos problemas de saúde mais comuns. Além disso, possibilitam intervenções precoces, acompanhamento contínuo de condições crônicas e maior equidade no acesso aos serviços.
Dessa forma, o acolhimento na Atenção Primária à Saúde (APS) estabelece-se como uma ferramenta estratégica para a humanização do cuidado, o fortalecimento do vínculo entre usuários e equipes e a efetivação dos princípios do SUS. Ao colocar o cidadão no centro do cuidado, a Clínica da Família reafirma seu papel como principal porta de entrada do sistema e como base para uma atenção à saúde mais justa, integral e resolutiva.

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Fonte: Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)