Na manhã do dia 02 de fevereiro de 2026, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Clínica da Família Rinaldo De Lamare participaram de uma atividade no Laboratório de Informática da OTICS Rio Rocinha, com o objetivo de registrar, avaliar e organizar as informações cadastrais dos usuários pertencentes às suas áreas adscritas. A ação integra a rotina de qualificação dos dados do território e reforça o papel estratégico dos ACS na consolidação da Atenção Primária à Saúde (APS).
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) atuam diretamente no território, realizando visitas domiciliares, identificando necessidades de saúde da população, acompanhando famílias, orientando usuários e servindo como elo fundamental entre a comunidade e a equipe de Saúde da Família (eSF). Entre suas atribuições estão o acompanhamento de gestantes, crianças, pessoas com doenças crônicas, além do monitoramento de situações de vulnerabilidade social e de risco à saúde.
Dessa forma, o cadastramento dos usuários é uma etapa essencial no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e do Sistema Único de Saúde (SUS), pois permite conhecer a realidade do território, planejar ações de forma mais eficiente e garantir que os serviços cheguem a quem mais precisa. Dados atualizados possibilitam uma melhor organização da rede de atenção, fortalecendo princípios como a equidade, ao direcionar cuidados conforme as necessidades específicas de cada população.
Durante a atividade, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) realizaram atualizações de endereço, telefone e demais informações pessoais, assegurando maior precisão nos registros. Essas atualizações são fundamentais para a entrega de resultados de exames, para o agendamento e solicitação de procedimentos via SISREG, além de facilitar o contato da equipe de saúde com os usuários, evitando perdas de acompanhamento e atrasos no cuidado.
Diante disso, a iniciativa também contribui diretamente para a longitudinalidade do cuidado, uma vez que o acompanhamento contínuo dos usuários ao longo do tempo depende de informações confiáveis. Ao manter os cadastros organizados, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) fortalecem a coordenação do cuidado, permitindo que a Atenção Primária à Saúde (APS) articule os diferentes pontos da rede de saúde de forma integrada. Dessa forma, a atividade reafirma a integralidade da atenção, garantindo que o usuário seja visto em sua totalidade, considerando aspectos sociais, familiares e de saúde.
Contudo, a ação realizada evidencia, portanto, como o trabalho técnico e cotidiano dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) é indispensável para o funcionamento eficiente da Atenção Primária à Saúde (APS) e para a efetivação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) no território.
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Fonte:
Atenção Primária Equilibrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia
Já o Janeiro Roxo tem como foco a conscientização sobre a hanseníase, doença infecciosa crônica que, quando diagnosticada precocemente, tem tratamento eficaz e cura. A equipe orientou os usuários sobre sinais e sintomas, formas de transmissão, importância do diagnóstico precoce e combate ao estigma ainda associado à doença. A ação reforçou que a informação é uma ferramenta essencial para reduzir preconceitos e ampliar o acesso ao cuidado oportuno.
No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), as temáticas abordadas dialogam diretamente com o cuidado integral, contínuo e centrado na pessoa. A Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha papel fundamental tanto na prevenção de agravos quanto na identificação precoce de condições de saúde, no acompanhamento longitudinal e na articulação com a rede de atenção, garantindo cuidado resolutivo e humanizado.
Contudo, a atividade evidencia a importância da atuação multiprofissional nesses espaços. A integração entre os profissionais da equipe de Saúde da Família (eSF) e a psicóloga permitiu uma abordagem ampliada, contemplando aspectos físicos, mentais e sociais da saúde. Essa atuação conjunta fortalece o vínculo com os usuários, qualifica o cuidado e reafirma o compromisso da Atenção Primária à Saúde (APS) com a promoção da saúde e a construção de uma assistência mais acessível e humanizada.
Diante disso, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) desempenham um trabalho fundamental no território, atuando como elo direto entre os usuários e as equipes de Saúde da Família (eSF). Suas atribuições incluem visitas domiciliares, acompanhamento das condições de saúde das famílias, identificação de vulnerabilidades sociais e sanitárias, além da orientação sobre o acesso aos serviços de saúde. Esse contato contínuo permite uma leitura qualificada da realidade local e contribui para a construção de estratégias de cuidado mais eficazes.
No âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), o cadastramento e a atualização das informações dos usuários são etapas essenciais para garantir um acompanhamento adequado. Dados como composição familiar, condições de moradia, presença de doenças crônicas, gestantes, crianças e idosos precisam estar corretamente registrados no sistema para subsidiar as ações da equipe. A atualização constante desses registros assegura que o prontuário eletrônico reflita a realidade do território atendido.
Dessa forma, a qualidade das informações registradas impacta diretamente na programação das ações de saúde, na identificação de prioridades e na organização do processo de trabalho das equipes. Dados fidedignos permitem o planejamento de ações de promoção, prevenção e cuidado, além de apoiar a tomada de decisão clínica e a gestão dos serviços, contribuindo para a aprimoração do cuidado e o fortalecimento do território.
Contudo, manter as informações atualizadas no prontuário eletrônico favorece e facilita o trabalho das equipes de Saúde da Família, promovendo maior integração entre os profissionais, agilidade no atendimento e continuidade do cuidado. A iniciativa realizada na OTICS-Rio Rocinha evidencia o compromisso dos ACS e das equipes com a qualificação dos registros em saúde, reconhecendo que informação de qualidade é um dos pilares para uma Atenção Primária resolutiva, humanizada e centrada nas necessidades da população.
O Programa Academia Carioca é uma estratégia da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) voltada à promoção da atividade física regular como ferramenta de cuidado em saúde. Inserido no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), o programa tem como público-alvo adultos e idosos, especialmente pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão e diabetes, além de usuários que buscam melhorar o condicionamento físico, prevenir agravos e adotar hábitos de vida mais saudáveis. O principal objetivo do programa é estimular um estilo de vida ativo, contribuindo para a prevenção de doenças, a reabilitação funcional e o bem-estar físico e mental.
Diante disso, durante as atividades desenvolvidas no CMS Dr. Albert Sabin, os participantes puderam vivenciar uma programação diversificada, que inclui exercícios de alongamento, fortalecimento muscular, atividades aeróbicas, exercícios funcionais, práticas corporais e orientações posturais. As ações são sempre adaptadas às condições e limitações de cada usuário, garantindo segurança, inclusão e acompanhamento profissional qualificado. Além da prática física, o programa também promove momentos de orientação em saúde, reforçando a importância da regularidade dos exercícios e do autocuidado.
Dessa forma, os benefícios do Programa Academia Carioca no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) são amplos e significativos. A iniciativa contribui para a redução do sedentarismo, o controle de doenças crônicas, a prevenção de complicações e a diminuição da demanda por atendimentos de maior complexidade. Além disso, fortalece o vínculo dos usuários com a unidade de saúde, estimula a socialização, melhora a autoestima e promove saúde mental. Ao integrar a atividade física ao cuidado contínuo oferecido pelas equipes de saúde da família, o programa reafirma a Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e espaço privilegiado para ações de promoção da saúde e prevenção de doenças.
A atividade realizada no CMS Dr. Albert Sabin evidencia a importância do trabalho multiprofissional e do papel estratégico da educação física na saúde pública, mostrando que iniciativas como o Programa Academia Carioca são fundamentais para a construção de uma atenção mais resolutiva, humanizada e centrada nas necessidades da população.
Assim, o Hiperdia é uma estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) voltada ao acompanhamento de usuários com hipertensão arterial e diabetes mellitus, condições crônicas que representam importantes causas de adoecimento e complicações evitáveis. O público-alvo desse tipo de consulta inclui adultos e idosos diagnosticados com hipertensão, diabetes ou ambas as condições, especialmente aqueles vinculados às equipes de Saúde da Família (eSF) do território.
Durante a consulta, são realizadas ações fundamentais como aferição da pressão arterial, verificação da glicemia capilar, avaliação do uso correto dos medicamentos, orientação sobre alimentação saudável, prática de atividade física, prevenção de complicações e escuta qualificada das queixas dos usuários. Além disso, o momento permite identificar sinais de alerta, atualizar o plano de cuidado e fortalecer o vínculo entre o usuário e a equipe de saúde.
Diante disso, esse tipo de acompanhamento tem impacto direto na melhoria da qualidade de vida, na prevenção de agravos e na redução de internações e complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC), infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal, amputações, problemas de visão e outras condições associadas ao descontrole da pressão arterial e da glicemia. A ausência de acompanhamento regular pela equipe de Saúde da Família (eSF) pode levar ao agravamento silencioso dessas doenças, uma vez que tanto a hipertensão quanto o diabetes podem evoluir sem sintomas aparentes. Entre os agravos mais comuns estão o descontrole clínico, o uso inadequado de medicamentos, o aparecimento de complicações cardiovasculares e a perda da oportunidade de intervenções precoces.
Dessa forma, a ação ocorreu diretamente no território, com abordagens educativas, orientações domiciliares e identificação de possíveis focos do mosquito Aedes aegypti. Durante as visitas, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) orientaram moradores sobre a eliminação de recipientes que acumulam água, como pneus, garrafas, caixas d’água destampadas e vasos de plantas, além de reforçarem a importância da limpeza regular de quintais, calhas e áreas comuns. Também foram distribuídas informações sobre os principais sinais e sintomas da dengue, alertando a população para a busca precoce por atendimento em caso de suspeita da doença.
O território adscrito à CF Maria do Socorro Silva e Souza apresenta características que tornam o combate à dengue um desafio constante. A região conta com alta densidade populacional, áreas de difícil acesso, moradias com infraestrutura precária e locais com acúmulo irregular de resíduos, fatores que favorecem a proliferação do mosquito transmissor. Além disso, períodos de chuvas intensas contribuem para o surgimento de criadouros, exigindo vigilância permanente e ações contínuas de educação em saúde.
Durante a atividade, os profissionais reforçaram as principais formas de prevenção da dengue, que incluem eliminar água parada, manter caixas d’água bem vedadas, utilizar telas em portas e janelas, aplicar repelente, especialmente em grupos mais vulneráveis, e permitir o acesso dos agentes às residências para inspeção e orientação. Também foi destacada a importância da vacinação contra a dengue, atualmente disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para públicos específicos, conforme critérios definidos pelo Ministério da Saúde, como estratégia complementar às medidas de controle do vetor.
No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), o enfrentamento da dengue vai além de ações pontuais. Envolve o trabalho contínuo no território, a criação de vínculo com a comunidade, a vigilância em saúde integrada e a corresponsabilização da população no cuidado com o ambiente. As equipes de Saúde da Família (eSF) atuam como linha de frente nesse processo, articulando prevenção, educação em saúde e identificação precoce de casos, fundamentais para reduzir a incidência da doença e evitar formas graves.
Contudo, a ação realizada reafirma o compromisso da Atenção Primária à Saúde (APS) com a promoção da saúde e a prevenção de agravos, demonstrando que o combate à dengue é um esforço coletivo, que depende da atuação integrada dos serviços de saúde e da participação ativa da comunidade.
Dessa forma, no âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), a saúde bucal integra a equipe multiprofissional, atuando de forma articulada com médicos, enfermeiros, técnicos, agentes comunitários de saúde e outros profissionais. Essa integração permite o planejamento conjunto das ações, o acompanhamento dos usuários ao longo do tempo e a abordagem ampliada dos determinantes sociais que impactam a saúde. O cuidado odontológico, nesse contexto, deixa de ser apenas curativo e passa a assumir também um caráter preventivo e educativo.
Diante disso, a importância da saúde bucal na Atenção Primária à Saúde (APS) e no Sistema Único de Saúde (SUS) está relacionada à sua capacidade de prevenir doenças como cárie, gengivite e periodontite, além de identificar sinais precoces de agravos mais graves, como o câncer bucal. Problemas bucais não tratados podem comprometer a alimentação, a fala, a autoestima e até agravar condições sistêmicas, como diabetes e doenças cardiovasculares, reforçando a necessidade de um acompanhamento contínuo e integrado.
Contudo, entre os principais atendimentos realizados pelas equipes de saúde bucal na Atenção Primária à Saúde (APS) estão as consultas odontológicas, procedimentos preventivos, restaurações, extrações, acompanhamento de gestantes, atendimento a crianças e ações educativas voltadas à higiene oral. Essas atividades são complementadas por iniciativas de promoção da saúde, que buscam orientar a população sobre hábitos saudáveis e autocuidado.
Nesse sentido, destaca-se também a atuação no Programa Saúde na Escola (PSE), no qual a saúde bucal desempenha papel fundamental. Por meio de avaliações odontológicas, ações educativas e atividades preventivas no ambiente escolar, as equipes contribuem para a formação de hábitos saudáveis desde a infância, fortalecendo a prevenção e reduzindo a incidência de doenças ao longo da vida. Assim, a saúde bucal na Atenção Primária à Saúde (APS) se consolida como um componente essencial do cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo prevenção, educação e assistência de forma próxima à realidade dos territórios, e reafirmando o compromisso com uma saúde pública mais resolutiva, humana e acessível.









