O HIPERDIA, Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes, constitui-se em um programa de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e/ou diabéticos que visa o controle da Diabete Mellitus (DM) e Hipertensão Arterial Sistêmico (HAS) e uma melhor qualidade de vida aos pacientes.
Neste sentido, na manhã de 26/01/2024, o auditório da OTICS-Rio Rocinha recebeu a médica Valentine Maldonado e o enfermeiro Lucas Gonçalves da equipe de Saúde da Família Barcelos, da Clínica da Família (CF) Rinaldo De Lamare, para a realização do Grupo de HiperDia entre a população dessa localidade.
Ao organizarem a Atenção Primária à Saúde (APS) em suas cidades, os municípios devem definir linhas de cuidado específicas para as diversas doenças crônicas que afligem a população brasileira. Por esse motivo, as Clínicas da Família (CF) e Centros Municipais de Saúde (CMS) que constituem a APS no município do Rio de Janeiro (MRJ) devem estruturar programas e ações que visem o combate às moléstias crônicas, como a hipertensão, a obesidade e a diabetes nos territórios adscritos às suas equipes de Saúde da Família (eSF).
As ações acontecem mensalmente pelas equipes da CF Rinaldo De Lamare, que incluem: consulta com médicos, aferição de pressão arterial e de glicemia, peso e altura, atividades físicas e orientações nutricionais e acompanhamento dos Agentes Comunitários de Saúde. A realização do HIPERDIA é difícil ter varias reuniões dentro do mesmo mês, pois os usuários e usuárias hipertensos e diabéticos não são assíduos, a maioria só comparecem ao posto para receber a medicação, infelizmente são poucos que participam dos grupos.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas lícitas ou ilícitas é uma doença. O uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, crack e cocaína é um problema de saúde pública de ordem internacional que preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos.
É muito difícil convencer alguém a não fazer algo que lhe dê prazer; drogas e álcool, antes de qualquer outra coisa, oferecem prazer imediato, e por causarem dependência física, psicológica e síndrome de abstinência são de difícil tratamento. A partir do momento que o usuário aceita o tratamento, é só buscar o tratamento no SUS devido ao abuso de álcool e outras drogas, deve procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD). O atendimento conta com equipes multiprofissionais compostas por médico psiquiatra, clínico geral, psicólogos, dentre outros.


