Nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, acadêmicos de medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA) realizaram uma atividade em sala de espera na Clínica da Família (CF) Rinaldo de Lamare, com foco nas hepatites virais, visando ampliar o conhecimento da população sobre essa relevante questão de saúde pública. A atividade contou com a supervisão das preceptoras Ana Carolina e Marcelle Motta.
Foram abordadas as hepatites como processos inflamatórios do fígado, com destaque para os tipos A, B e C, incluindo aspectos epidemiológicos, formas de transmissão e fatores de risco. Enfatizaram-se medidas preventivas, como a vacinação contra hepatites A e B, práticas sexuais seguras, não compartilhamento de objetos perfurocortantes e a importância de condições adequadas de higiene e saneamento. Ressaltou-se ainda o diagnóstico precoce por meio de testes rápidos e exames laboratoriais.
Conclui-se que ações educativas em salas de espera são estratégias eficazes para disseminação de informações, promoção da saúde e prevenção de agravos, além de contribuírem para a formação integral dos estudantes de medicina.
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Sala de Espera Hepatites Virais – Acadêmicos Medicina UVA – CF Rinaldo de Lamare
Durante o encontro, foi ofertado suporte multiprofissional, com escuta qualificada e acompanhamento contínuo, fortalecendo o vínculo entre equipe e usuários e contribuindo para a promoção da saúde no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS).
Nesse contexto, os grupos de tabagismo nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) consolidam-se como dispositivos essenciais na APS, contribuindo para a redução da morbimortalidade associada ao uso do tabaco e para a melhoria da qualidade de vida da população.
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No preparo para a visita domiciliar, os acadêmicos levantam previamente informações clínicas, como histórico médico, condições crônicas e demandas do paciente. Em seguida, discutem o caso com a preceptora e planejam as intervenções, respeitando princípios éticos, de confidencialidade e de humanização do cuidado.
Por fim, a experiência contribui para o desenvolvimento de competências clínicas, éticas e sociais. Ao integrar teoria e prática, essa etapa fortalece a formação de profissionais críticos, reflexivos e comprometidos com os princípios do sistema de saúde, especialmente no que se refere à equidade e à integralidade da atenção.
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O Programa Territórios Sociais realiza busca ativa e mapeamento territorial por meio de visitas domiciliares, reunindo dados socioeconômicos e de acesso a serviços públicos. Essa metodologia permite identificar condições de vida e determinantes sociais da saúde, como renda, escolaridade e moradia, contribuindo para a análise do processo saúde-doença. Integrado à UBS, o programa apoia o planejamento em saúde ao identificar grupos em maior vulnerabilidade, fortalecendo a integralidade do cuidado ao relacionar saúde e condições sociais.
Em síntese, a integração entre o Programa Territórios Sociais e a UBS representa uma articulação entre políticas sociais e de saúde orientada pela territorialização, intersetorialidade e cuidado integral.
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Durante a reunião, foram avaliados prontuários das linhas de cuidado de tuberculose, crianças menores de dois anos e pré-natal, incluindo casos de risco habitual e de alto risco. A análise contemplou a qualidade dos registros, a presença de informações essenciais ao acompanhamento dos usuários e oportunidades de aprimoramento nos processos de registro e monitoramento.
Dessa forma, a revisão sistemática dos prontuários contribui para a qualificação da assistência, fortalece o trabalho multiprofissional e reforça a segurança do paciente e a continuidade do cuidado. Além disso, favorece o aprimoramento das práticas clínicas e administrativas, com impactos positivos na gestão e na tomada de decisões em saúde pública.
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No contexto da saúde coletiva, a data busca incentivar a adoção de práticas como alimentação equilibrada com redução do consumo de sódio, prática regular de atividade física, controle do peso corporal, cessação do tabagismo e moderação no consumo de álcool, além do rastreamento periódico da pressão arterial como estratégia fundamental para o diagnóstico precoce.
Dessa forma, o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial configura-se não apenas como uma data simbólica, mas como um importante instrumento de mobilização social e fortalecimento das ações de promoção da saúde e prevenção de agravos.
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A atividade teve como objetivo conscientizar os participantes sobre a importância da prevenção e do controle da hipertensão arterial, destacando hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas e acompanhamento contínuo. Durante o encontro, foi promovido um momento interativo, estimulando a participação dos usuários, o esclarecimento de dúvidas e a troca de experiências.
A iniciativa reforça o compromisso da SMS com a promoção e a educação em saúde, contribuindo para o fortalecimento do autocuidado e para a melhoria da qualidade de vida da população carioca.
A iniciativa contribui para a identificação precoce de alterações e a adoção de intervenções oportunas. Além disso, as orientações auxiliam os usuários a compreender melhor sua condição e a incorporar práticas mais saudáveis no cotidiano, como alimentação equilibrada, atividade física e redução do estresse.
Assim, ações como essa não apenas previnem doenças, mas também promovem autonomia, qualidade de vida e o fortalecimento do vínculo entre a população e os serviços de saúde, reafirmando a importância da Atenção Primária à Saúde (APS) como base de um sistema mais eficiente e acessível.
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Nesse sentindo, o espaço foi utilizado para atividades educativas sobre o autismo, com foco na divulgação de informações qualificadas acerca dos marcos do desenvolvimento, sinais de alerta e fluxos de encaminhamento, favorecendo intervenções oportunas e maior efetividade no cuidado. A ação também contribuiu para sensibilizar a comunidade, combater estigmas e fortalecer o respeito à diversidade.
Assim, a abordagem do tema na sala de espera reforça o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) como espaço de cuidado integral, promoção da saúde e inclusão social, consolidando-se como estratégia relevante para o fortalecimento das redes de atenção e do cuidado contínuo às pessoas com TEA e suas famílias.