A Atenção Primária à Saúde (APS) é o primeiro nível de atenção no sistema de saúde e constitui a principal estratégia de organização do cuidado em países com sistemas universais, como o Brasil. A Atenção Primária à Saúde (APS) deve ser centrada na pessoa, fundamentada em práticas integradas e coordenadas, com foco na promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos. Nesse contexto, na tarde do dia 11 de agosto de 2025, no auditório da OTICS – Rio Rocinha, as preceptoras Luísa Neves e Thuane Gifoni ministraram uma aula aos acadêmicos de Medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA), abordando o tema “Introdução à Atenção Primária à Saúde (APS)”. A aula com intuito de apresentar a importância desse nível de atenção no sistema de saúde e prepará-los para atuar nesse contexto, focando na promoção da saúde, prevenção de doenças e cuidado integral do paciente. Essa introdução visa familiarizar os futuros médicos com os princípios e práticas da Atenção Primária à Saúde (APS), desde o primeiro contato com o paciente até a coordenação do cuidado em diferentes níveis de atenção.
Nesse sentido, a Atenção Primária à Saúde (APS) representa um espaço rico para o aprendizado na formação médica. Ao vivenciar o dia a dia, os estudantes têm a oportunidade de ampliar sua compreensão sobre o processo saúde-doença, indo além do aspecto biológico. A escuta atenta, o contato contínuo com os pacientes, o trabalho em equipe com outros profissionais e a presença constante no território são fundamentais para desenvolver habilidades clínicas e sociais. Esses elementos estão em sintonia com as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de Medicina, que orientam a formação de médicos generalistas, com uma abordagem humanizada, crítica e reflexiva.
Além disso, ajuda na formação técnica, a vivência precoce do estudante na Atenção Primária à Saúde (APS) também tem um papel fundamental no desenvolvimento de uma visão mais ampla e sensível da prática médica. Ao entrar em contato com a realidade das comunidades desde cedo, o futuro médico começa a compreender melhor como os determinantes sociais afetam a saúde das pessoas e passa a valorizar, na prática, princípios como equidade e justiça social. Isso faz da Atenção Primária à Saúde (APS) um espaço não só de aprendizado profissional, mas também de crescimento ético e cidadão.
Portanto, a Atenção Primária à Saúde (APS) deve ser valorizada como espaço privilegiado de ensino-aprendizagem na graduação médica, favorecendo uma formação alinhada às necessidades do sistema de saúde brasileiro e aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como a universalidade, a integralidade e a participação social.
Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.
Fonte:
Gov.br

































O objetivo da oficina é treinar os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) no uso do programa Google Earth Pro, integrando os recursos técnicos da ferramenta de georreferenciamento aos conhecimentos práticos dos agentes sobre a Atenção Primária à Saúde (APS), com foco na atualização e demarcação das microáreas de atuação de cada profissional.
Nesse contexto, a atividade teve como foco a atualização dos territórios de atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) por meio do uso do Google Earth Pro, em um processo colaborativo que uniu tecnologia e experiência de campo. A proposta buscou aprimorar a precisão das delimitações territoriais, tornando mais eficiente o planejamento e a execução das ações de saúde Como resultado, foram atualizados e delineados os territórios de atuação das equipes de Saúde da Família (eSF), contribuindo para um planejamento mais preciso e eficaz das ações de saúde. Esse processo favorece o acesso, o acolhimento e o cuidado qualificado à população atendida, fortalecendo a Saúde Pública no Município do Rio de Janeiro.
Diante disso, a Atenção Primária à Saúde (APS), reconhecida como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), organiza-se com base na territorialização, que permite um entendimento mais profundo das condições de vida da população, dos determinantes sociais da saúde e das redes de cuidado locais.
Assim, as oficinas de territorialização configuram-se como ferramentas estratégicas para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao promoverem a integração entre o planejamento em saúde e as especificidades de cada território, essas ações contribuem para uma atenção mais resolutiva, humanizada e alinhada às reais necessidades da população.