Nesta segunda-feira, 24 de agosto de 2026, o auditório da OTICS Rio-Rocinha recebeu um treinamento sobre Emergências Maternas, destinado a médicos e enfermeiros da Maternidade da Rocinha. A capacitação foi conduzida por Mariane Dias, analista de qualidade da Divisão de Qualidade e Estratégia da Subsecretaria de Atenção Hospitalar, Urgência e Emergência (SUBHUE), vinculada à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio).
A capacitação teve como objetivo aprimorar a atuação dos profissionais diante das principais emergências maternas, com foco na identificação rápida dos casos, na adoção de condutas adequadas e no encaminhamento oportuno. Foram abordados protocolos, fluxos assistenciais e estratégias de manejo clínico, destacando a importância do trabalho integrado e da tomada de decisão qualificada.
Também foi ressaltada a necessidade de articulação entre a Atenção Primária à Saúde (APS), as maternidades e os serviços de urgência e emergência, favorecendo a continuidade do cuidado e a redução de riscos à saúde materna. A iniciativa reforça a importância da educação permanente para a qualificação profissional, a segurança do cuidado e o aprimoramento da assistência no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Treinamento Sobre Emergências Maternas – Maternidade da Rocinha
A participação dos responsáveis é fundamental para fortalecer o vínculo entre família, escola e equipe de saúde, favorecendo a identificação precoce de necessidades que possam interferir no desenvolvimento e no bem-estar dos estudantes. Além disso, momentos de escuta e troca de experiências ampliam o conhecimento das famílias e incentivam práticas de cuidado no cotidiano.
A ação reforça o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) na promoção da saúde e na prevenção de agravos, aproximando os serviços da comunidade e contribuindo para uma atenção integral à saúde de crianças e adolescentes.
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O momento também possibilitou a troca de experiências entre as usuárias, favorecendo o diálogo e a construção coletiva de conhecimentos. A escuta mútua contribuiu para um ambiente seguro e acolhedor, no qual as participantes puderam compartilhar vivências, refletir sobre seus direitos e ampliar suas redes de apoio.
A iniciativa reforça a importância de abordar o tema de forma contínua nos territórios, ampliando a conscientização, a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher. Mais do que uma campanha, o Agosto Lilás representa uma oportunidade de fortalecer o cuidado, a escuta qualificada e o acesso às redes de proteção e assistência.
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Foram abordadas condições como resfriado, gripe, bronquiolite e pneumonia, com destaque para sinais de alerta e cuidados no ambiente domiciliar. As dinâmicas “Mito ou Verdade?” e “Como a doença passa de uma criança para outra?” contribuíram para esclarecer dúvidas sobre o uso de antibióticos e xaropes, a transmissão de secreções e a importância da higienização das mãos, da etiqueta respiratória, da ventilação dos ambientes e da vacinação. Também foi realizada uma demonstração de lavagem nasal com soro fisiológico, utilizando uma boneca, para orientar sobre a técnica adequada.
Para facilitar o reconhecimento da gravidade dos sintomas, foi apresentado o “Semáforo da Respiração”: verde para sintomas leves, com a criança ativa e hidratada; amarelo para sinais como febre persistente, prostração, piora da tosse e redução da alimentação; e vermelho para dificuldade respiratória, respiração acelerada ou com esforço, coloração arroxeada e sonolência excessiva. O encontro reforçou a importância de observar o estado geral da criança e evitar o uso de antibióticos, xaropes ou outros medicamentos sem orientação profissional.
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