Sala de Espera Hepatites Virais – Acadêmicos Medicina UVA – CF Rinaldo de Lamare

Nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, acadêmicos de Medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA) promoveram uma atividade educativa na sala de espera da Clínica da Família Rinaldo de Lamare, com o objetivo de conscientizar a população sobre as hepatites virais, importante tema de saúde pública. A ação foi acompanhada pela preceptora Ana Carolina.
Durante a atividade, foram apresentadas informações sobre as hepatites virais como doenças inflamatórias que acometem o fígado, com ênfase nos tipos A, B e C. Também foram discutidos aspectos relacionados à epidemiologia, formas de transmissão, fatores de risco e estratégias de prevenção. Entre as principais medidas preventivas abordadas estiveram a vacinação contra as hepatites A e B, o uso de preservativos, a não utilização compartilhada de objetos perfurocortantes, além da importância da higiene e do saneamento básico adequados. Destacou-se ainda a relevância do diagnóstico precoce por meio de testes rápidos e exames laboratoriais.
Portanto, conclui-se que atividades educativas realizadas em salas de espera representam uma importante ferramenta de promoção da saúde, prevenção de doenças e disseminação de informações, além de contribuírem significativamente para a formação acadêmica e humanizada dos estudantes de medicina.
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Oficina de Territorialização 2026 – Equipe Macega – CMS Albert Sabin AP 2.1

Nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, ocorreu um encontro no auditório da OTICS-Rio Rocinha com a participação da Equipe de Saúde da Família (eSF) Macega, do Centro Municipal de Saúde (CMS) Dr. Albert Sabin. O objetivo principal foi atualizar o território de atuação por meio de ferramentas de georreferenciamento. A atividade contou ainda com a presença de Eduardo Queirolo, responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP-2.1).
Nesse contexto, a atualização do território é essencial para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além de uma simples delimitação geográfica: trata-se de um processo técnico-político que permite compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como instrumentos estratégicos para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao articularem o planejamento em saúde às especificidades de cada território, contribuem para uma atenção mais humanizada e alinhada às necessidades da população.
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