Atendimento às Violências nas Maternidades – Maternidade da Rocinha

Nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, a Maternidade da Rocinha realizou, no auditório da OTICS-Rio Rocinha, uma palestra sobre “Atendimento às Violências nas Maternidades”. A atividade abordou as diferentes formas de violência contra a mulher — física, psicológica, sexual, moral e patrimonial — inclusive no ciclo gravídico-puerperal, com o objetivo de capacitar profissionais para a identificação de casos e a oferta de um atendimento humanizado e qualificado.
A maternidade configura-se como um espaço privilegiado para a identificação de situações de violência, uma vez que muitas mulheres estabelecem contato frequente com os serviços de saúde durante o pré-natal, parto e puerpério. Nesse contexto, os profissionais devem estar capacitados para reconhecer sinais clínicos e comportamentais sugestivos de violência, bem como para realizar uma escuta qualificada, pautada na empatia, no sigilo e na ausência de julgamentos.
Dessa forma, o enfrentamento da violência contra a mulher no contexto da maternidade requer a qualificação contínua das equipes de saúde, a organização dos serviços e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção e promoção da saúde das mulheres. A atuação ética, sensível e integrada dos profissionais é essencial para garantir um atendimento que vá além do cuidado clínico, contribuindo para a redução das violências e a promoção da dignidade e autonomia feminina.
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Sala de Espera Hepatites Virais – Acadêmicos Medicina UVA – CF Rinaldo de Lamare

Nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, acadêmicos de medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA) realizaram uma atividade em sala de espera na Clínica da Família (CF) Rinaldo de Lamare, com foco nas hepatites virais, visando ampliar o conhecimento da população sobre essa relevante questão de saúde pública. A atividade contou com a supervisão das preceptoras Ana Carolina e Marcelle Motta.
Foram abordadas as hepatites como processos inflamatórios do fígado, com destaque para os tipos A, B e C, incluindo aspectos epidemiológicos, formas de transmissão e fatores de risco. Enfatizaram-se medidas preventivas, como a vacinação contra hepatites A e B, práticas sexuais seguras, não compartilhamento de objetos perfurocortantes e a importância de condições adequadas de higiene e saneamento. Ressaltou-se ainda o diagnóstico precoce por meio de testes rápidos e exames laboratoriais.
Conclui-se que ações educativas em salas de espera são estratégias eficazes para disseminação de informações, promoção da saúde e prevenção de agravos, além de contribuírem para a formação integral dos estudantes de medicina.
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