Na Atenção Primária à Saúde (APS), a presença de acadêmicos internos em estágio representa um importante elo entre a formação universitária e a prática cotidiana do cuidado em saúde. Além de contribuir para a qualificação dos futuros profissionais, essa vivência fortalece o trabalho das equipes e amplia a capacidade de acompanhamento dos usuários no território.
Nesse contexto, na manhã do dia 04 de janeiro de 2026, na sala de reunião da OTICS-Rio Rocinha, os acadêmicos internos de medicina da UNIRIO, os acadêmicos internode de medicina, José Pedro e Victor Masaki, participaram de uma atividade prática junto à médica RT Juliana Noronha, da CF Rinaldo De Lamare. O encontro teve como objetivo avaliar e organizar exames laboratoriais de usuários acompanhados pelas equipes de Saúde da Família da unidade.
Durante a atividade, os acadêmicos realizaram a análise criteriosa dos resultados dos exames, identificando aqueles dentro dos parâmetros de normalidade e separando os que apresentavam alterações. Esse processo é feito de forma supervisionada, garantindo segurança clínica e aprendizado qualificado, além de otimizar o fluxo de trabalho da unidade.
Após a avaliação, os exames são distribuídos às respectivas equipes de Saúde da Família (eSF), permitindo que cada equipe tenha acesso rápido às informações de seus usuários. Os exames com resultados alterados recebem atenção especial sendo destacados e sinalizados para acompanhamento prioritário. Nesses casos, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) são acionados para orientar os usuários a comparecerem à unidade para consulta, assegurando o cuidado oportuno e a continuidade do acompanhamento.
Diante disso, a atuação dos acadêmicos internos na Atenção Primária à saúde (APS) vai além do aprendizado técnico. Ela contribui diretamente para a organização dos processos de trabalho, fortalece a integração entre ensino e serviço e reforça o compromisso com um cuidado mais resolutivo e humanizado. Ao vivenciarem o cotidiano da Atenção Primária à saúde (APS), os futuros médicos compreendem, na prática, a importância do trabalho em equipe e do acompanhamento longitudinal dos usuários, pilares fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Fonte:
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)
Na Atenção Primária à Saúde (APS), a informação é uma das principais ferramentas de prevenção. Enquanto aguardam atendimento, usuários e familiares têm a oportunidade de conhecer os sinais e sintomas da hanseníase, compreender a importância do diagnóstico precoce e saber que a doença tem cura, com tratamento gratuito disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esse contato inicial com o conhecimento fortalece o vínculo com a equipe de Saúde da Família (eSF) e estimula a busca oportuna por cuidado.
Dessa forma, a utilização da sala de espera para ações educativas durante o Janeiro Roxo reforça o papel da Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo prevenção, acolhimento e cuidado integral.
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