Grupo de Saúde Reprodutiva na Atenção Primária à Saúde (APS) – CF Rinaldo De Lamare

A atenção à saúde reprodutiva é essencial na Atenção Primária à Saúde (APS), e os grupos educativos constituem estratégias importantes para promover saúde e fortalecer a autonomia sobre o corpo e as decisões reprodutivas. Nesse contexto, na tarde do dia 9 de outubro de 2025, no auditório da OTICS – Rio Rocinha, a enfermeira residente Yasmin, do Programa de Residência em Enfermagem em Saúde da Família e Comunidade (PREFC), conduziu uma atividade do grupo de saúde reprodutiva da Clínica da Família Rinaldo De Lamare. Na ocasião, foram discutidos temas como planejamento familiar, métodos contraceptivos, gestação, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e direitos sexuais e reprodutivos.A atuação do grupo de saúde reprodutiva está alinhada aos princípios da Atenção Primária à Saúde (APS), como o cuidado centrado na pessoa, a integralidade, a equidade e a participação social. Por meio do trabalho em grupo, é possível criar um espaço dialógico que valoriza a escuta qualificada, a troca de saberes e o acolhimento das diversas experiências individuais. Essa abordagem fortalece a resolutividade da atenção primária e contribui para a construção de um cuidado mais humanizado e efetivo.Em síntese, os grupos de saúde reprodutiva na Atenção Primária à Saúde (APS) são instrumentos importantes de promoção da saúde, prevenção de agravos e fortalecimento do cuidado integral. Sua implementação sistemática e qualificada é fundamental como estratégia estruturante para o avanço da equidade e da cidadania no campo da saúde.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fontes:
Saúde Reprodutiva da Mulher

A Importância da Medicina de Família e Comunidade (MFC) na Atenção Primária à Saúde (APS) – Acadêmicos de Medicina Universidade Veiga de Almeida (UVA) – CF Rinaldo De Lamare

A Medicina de Família e Comunidade (MFC) é uma especialidade médica fundamentada na Atenção Primária à Saúde (APS), com foco centrado na pessoa, na família e na comunidade. Nesse contexto, na manhã do dia 9 de outubro de 2025, no auditório da OTICS – Rio Rocinha, a médica preceptora Mariana Luiza conduziu uma atividade com os acadêmicos de medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA), que, desde o início do curso, vivenciam o trabalho em equipe multiprofissional, acompanham famílias e constroem vínculos com a comunidade.Dessa forma, a disciplina Medicina de Família e Comunidade (MFC) é estruturada para proporcionar aos acadêmicos de medicina as experiências práticas em Unidade Básica de Saúde (UBS), além de atividades teóricas que abordam temas como determinantes sociais da saúde, educação em saúde, gestão do cuidado e políticas públicas. Essa inserção precoce no Sistema Único de Saúde (SUS) possibilita ao acadêmico compreender os princípios da Atenção Primária à Saúde (APS) e desenvolver habilidades como escuta qualificada, comunicação efetiva, trabalho em equipe e tomada de decisões clínicas orientadas pelas necessidades da população.Em síntese, a disciplina de Medicina de Família e Comunidade (MFC) representa uma estratégia pedagógica essencial para a formação de médicos com competência técnica e responsabilidade social, alinhados aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às necessidades da população brasileira.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte:
Politica Nacional de Atenção Básica

3º Encontro da Oficina para Construção do Mapa Vivo de Tuberculose – CF Rinaldo De Lamare

Com a finalidade de construir um mapa vivo para a identificação de casos índices e assim, praticar estratégias de busca ativa e de sintomáticos respiratórios. Na tarde do dia 08 de outubro de 2025, o Laboratório de Informática da OTICS-Rio Rocinha recebeu o 3º Encontro da Oficina para Construção do Mapa Vivo de Tuberculose (TB), uma iniciativa inovadora que tem como principal intuito fortalecer a vigilância em saúde por meio do mapeamento georreferenciado dos casos de tuberculose. O instrumento, em construção pelas equipes da Clínica da Família Rinaldo De Lamare, permitirá identificar áreas prioritárias do território para a busca ativa de sintomáticos respiratórios, contribuindo para ações mais direcionadas e efetivas de controle da doença.Sendo assim, a atividade ministrada pela enfermeira Juliana Capilupi, responsável pela Linha de Cuidado de Tuberculose (TB) na unidade, e contou com a participação das equipes de Saúde da Família Vila Verde, Boiadeiros e Trampolim. Durante o encontro, os profissionais puderam aprimorar o uso de ferramentas tecnológicas para construir o Mapa Vivo, que une informações epidemiológicas, geográficas e sociais, favorecendo a análise territorial e a tomada de decisão.A construção do Mapa Vivo representa um avanço importante para a Vigilância em Saúde e para a Atenção Primária à Saúde (APS), pois permite uma compreensão mais ampla das dinâmicas do território, fortalecendo o planejamento das ações e a integração entre vigilância e cuidado. Além disso, contribui para o enfrentamento da tuberculose (TB), uma das doenças de maior relevância epidemiológica no Brasil, reforçando o papel estratégico das clínicas da família na promoção da saúde e no controle das doenças transmissíveis.Ao final da construção do Mapa Vivo, as equipes participantes realizarão ações de busca ativa de sintomáticos respiratórios nas áreas identificadas como prioritárias, além de criar estratégias específicas de controle da tuberculose, de acordo com as necessidades de cada microárea. Essas iniciativas visam ampliar o diagnóstico precoce, garantir o acompanhamento adequado dos casos e reduzir a transmissão da doença no território.Com essa iniciativa, a Clínica da Família Rinaldo De Lamare reafirma seu compromisso com a inovação em saúde pública e com o fortalecimento das ações de vigilância em parceria com a comunidade, garantindo que o cuidado chegue a quem mais precisa.

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Fonte:
Manual de Recomendações e Controle da Tuberculose no Brasil

Treinamento MEDIREC – CF Rinaldo De Lamare

A Atenção Primária à Saúde (APS) é essencial para coordenar o cuidado, promover a saúde e prevenir doenças. Para melhorar a eficiência dos serviços, é fundamental atualizar as competências técnicas e tecnológicas dos profissionais. Nesse contexto, na manhã do dia 8 de outubro de 2025, no Laboratório de Informática da OTICS – Rio Rocinha, foi realizado um treinamento da ferramenta MEDIREC para médicos e enfermeiros da Clínica da Família Rinaldo De Lamare, com o objetivo de otimizar o processo regulatório integrado ao Sistema Nacional de Regulação (SISREG). A atividade foi conduzida pela médica responsável técnica (RT) Juliana Noronha.Dessa forma, a ferramenta MEDIREC, baseada em inteligência artificial, aprimora a análise de solicitações de serviços especializados ao priorizar casos conforme critérios clínicos e urgenciais. Isso reduz filas e tempos de espera, otimiza recursos e aumenta a resolutividade na Atenção Primária à Saúde (APS).Diante disso, o treinamento específico para a utilização do MEDIREC constitui um componente essencial para a efetividade da regulação em saúde. Tal capacitação envolve o domínio das funcionalidades da ferramenta, a interpretação crítica dos dados gerados e a incorporação desses elementos no processo decisório cotidiano dos profissionais.Em suma, a implementação de treinamentos voltados para a Atenção Primária à Saúde (APS), com foco no uso de ferramentas inteligentes como o MEDIREC, representa um avanço significativo na gestão da regulação em saúde, contribuindo para a melhoria dos indicadores de acesso e qualidade no sistema público de saúde.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte:
Regulação

Comissão de Revisão de Prontuário – CF Rinaldo De Lamare

O prontuário do paciente é um instrumento essencial para registrar, organizar e recuperar informações clínicas, garantindo a continuidade do cuidado, a segurança do paciente e o cumprimento de normas éticas e legais. Na Estratégia Saúde da Família (ESF), seu preenchimento adequado é fundamental. Nesse sentido, na manhã do dia 8 de outubro de 2025, a comissão de revisão de prontuários da Clínica da Família Rinaldo De Lamare se reuniu no Laboratório de Informática da OTICS – Rio Rocinha, destacando a relevância do prontuário na qualificação da assistência e na promoção de um cuidado seguro e contínuo.Dessa forma, a comissão de revisão de prontuário desempenha um papel essencial na melhoria da qualidade assistencial. Um prontuário bem preenchido facilita a compreensão da trajetória clínica do paciente, apoia decisões mais assertivas, evita redundâncias e assegura a integralidade do cuidado. O controle sistemático dos registros também reforça a rastreabilidade das informações, a responsabilização profissional e a promoção da segurança do paciente, além de fortalecer a prática baseada em evidências.Portanto, a comissão de revisão de prontuário desempenha um papel estratégico na organização dos serviços de saúde, especialmente na atenção primária, onde a longitudinalidade e o vínculo com o usuário são fundamentais. Sua atuação contribui não apenas para o aprimoramento técnico dos registros, mas também para o fortalecimento de uma cultura institucional voltada à qualidade, à segurança e à responsabilidade ética.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte:
Prontuário Eletrônico

Programa Saúde na Escola (PSE) – Espaço de Desenvolvimento Infantil Edir Caseiro Ribeiro – CF Maria do Socorro Souza e Silva

O Programa Saúde na Escola (PSE) tem se consolidado como uma política pública intersetorial entre os Ministérios da Saúde e da Educação, com foco na integração entre saúde e educação para o desenvolvimento integral das crianças, adolescentes e jovens. Nesse contexto, na manhã do dia 7 de outubro de 2025, a Equipe de Saúde da Família (eSF) Paz, vinculada à Clínica da Família Maria do Socorro Silva e Souza, realizou uma importante ação do Programa Saúde na Escola (PSE) no Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) Edir Caseiro Ribeiro.A atividade, voltada para a promoção da saúde e prevenção de doenças, contou com orientações nutricionais e avaliação da saúde bucal das crianças. A ação teve como objetivo incentivar hábitos alimentares saudáveis desde a infância, além de identificar precocemente possíveis alterações na saúde bucal, reforçando a importância da escovação adequada e dos cuidados diários.A integração entre as equipes escolares e os profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) demonstra o potencial do ambiente educacional como espaço privilegiado para a promoção da saúde e a prevenção de agravos. Além disso, a atuação intersetorial reforça o compromisso com a equidade no acesso às ações de saúde, especialmente em territórios com maior vulnerabilidade social.Dessa forma, iniciativas como essa evidenciam a importância de políticas públicas que articulem saúde e educação, promovendo o desenvolvimento de uma cultura de cuidado integral desde os primeiros anos de vida.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte:
Programa Saúde na Escola

Sala de Espera sobre Outubro Rosa – CMS Dr Albert Sabin

Com o intuito de promover saúde na Sala de Espera e aproveitar o momento em que os usuários aguardam atendimento para realizar ações educativas, de conscientização e prevenção, transformando o tempo de espera em um espaço ativo de cuidado e aprendizado. Na manhã do dia 7 de outubro de 2025, o Centro Municipal de Saúde Dr. Albert Sabin promoveu uma Sala de Espera especial com o tema Outubro Rosa, campanha dedicada à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero. A atividade foi realizada pelas equipes de Saúde da Família (eSF) e contou com a participação de usuárias e usuários que aguardavam atendimento, tanto por agendamento com suas equipes de referência quanto por livre demanda.Dessa forma, durante a espera do atendimento, os profissionais de saúde reforçaram a importância do autocuidado, da realização periódica do exame preventivo (Papanicolau) e da mamografia, exames fundamentais para a detecção precoce das doenças. Que inclusive, a partir de setembro de 2025, o Ministério da Saúde (MS) recomenda que o rastreamento por mamografia seja oferecido a mulheres de 50 a 74 anos, com periodicidade bienal (a cada dois anos), antes, o limite superior era de 69 anos para essa oferta sistemática. Também foram abordados hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física, que contribuem para a promoção da saúde e a redução de riscos.Sendo assim, a Atenção Primária à Saúde (APS) tem papel central nesse processo, pois é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e o espaço privilegiado para ações educativas e preventivas. Iniciativas como essa fortalecem o vínculo entre equipes de Saúde da Família (eSF) e comunidade, estimulando o cuidado contínuo e integral da mulher ao longo da vida.Contudo, as Salas de Espera são ferramentas estratégicas dentro das Clínicas da Família e dos Centros Municipais de Saúde, permitindo que o tempo de espera se transforme em um momento de aprendizado, escuta e troca de experiências. Para os moradores do território, essas atividades representam uma oportunidade de reflexão sobre a própria saúde e de aproximação com os serviços oferecidos pela unidade.Portanto, essas ações reafirma o papel das Unidades Básicas de Saúde (UBS) no compromisso de ser um espaço de promoção da saúde que vai além da consulta individual, fortalecendo o papel da Atenção Primária á Saúde (APS) como lugar de cuidado integral, prevenção e educação contínua para a comunidade.

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Fonte:
Diretrizes Brasileiras para o rastreamento de Câncer do colo do útero

Grupo de Dor Crônica – CMS Rodolpho Perisse

Com o objetivo de promover o cuidado integral de pessoas que convivem com dores persistentes, oferecendo alternativas terapêuticas além do uso de medicamentos. Na manhã do dia 6 de outubro de 2025, o Centro Cultural do Vidigal recebeu mais um encontro do Grupo de Dor Crônica, uma iniciativa desenvolvida pelas Equipes de Saúde da Família (eSF) do CMS Rodolpho Perissé. A atividade reuniu moradores da comunidade em um espaço de diálogo, troca de experiências e práticas voltadas para o alívio e manejo da dor.Diante disso, os grupos terapêuticos como este desempenham um papel fundamental na Atenção Primária à Saúde (APS), por promoverem cuidado contínuo, escuta qualificada e estratégias que vão além do uso de medicamentos. A abordagem coletiva permite que os participantes compreendam melhor suas condições, aprendam técnicas de autocuidado e fortaleçam vínculos com as equipes de Saúde da Família (eSF) e com outros usuários que enfrentam desafios semelhantes.Contudo, as atividades em grupo têm se mostrado altamente resolutivas na Atenção Primária à Saúde (APS), pois favorecem a construção de autonomia, o compartilhamento de vivências e a redução do sofrimento por meio de práticas corporais, orientações sobre hábitos de vida e apoio emocional. Em muitos casos, esses encontros evitam a medicalização desnecessária, oferecendo alternativas eficazes e humanizadas para o enfrentamento da dor.Portanto, a realização do Grupo de Dor Crônica no Centro Cultural do Vidigal reforça o compromisso das equipes do CMS Rodolpho Perissé com a promoção da saúde e o cuidado integral. Ao criar espaços de acolhimento e troca, a Atenção Primária à Saúde (APS) fortalece o vínculo com a comunidade e contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida da população, promovendo autonomia, bem-estar e cuidado humanizado dentro do território.

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Fontes:

Protocolo Clinico e Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica

Curso Formação de Promotores Populares de Saúde Antirracista Pela Fiocruz – Movimento Negro Unificado (MNU – RJ)

Com o intuito de formar profissionais, lideranças comunitárias, trabalhadores da saúde, estudantes e pessoas capazes de reconhecer, enfrentar e transformar as desigualdades raciais presentes no SUS e nos territórios. Na tarde do dia 3 de outubro de 2025, o auditório da OTICS – Rio Rocinha recebeu mais uma etapa do Curso de Formação de Promotores Populares de Saúde Antirracista, uma iniciativa da Fiocruz em parceria com o Movimento Negro Unificado (MNU – RJ). A aula foi conduzida por Cris Vicente, que trouxe uma série de reflexões e debates essenciais para o fortalecimento de uma saúde pública comprometida com a equidade racial.Durante o encontro, foram discutidos conceitos, práticas e desafios relacionados ao enfrentamento do racismo institucional e estrutural no Sistema Único de Saúde (SUS). A condução didática de Cris Vicente permitiu aos participantes aprofundar o entendimento sobre como o racismo impacta o adoecimento da população negra e como as políticas de saúde podem ser transformadas para garantir justiça social.Dessa forma, a atividade reforça que a saúde antirracista não se limita à garantia do acesso aos serviços, mas se afirma como um conjunto de práticas, estratégias e políticas voltadas para superar desigualdades raciais históricas e estruturais. Mais do que promover a igualdade formal, trata-se de enfrentar as condições sociais que determinam de forma desigual o viver, o adoecer e o morrer das populações negras.Contudo, esses espaços de formação têm papel estratégico na Atenção Primária à Saúde (APS), onde se estabelece o primeiro contato com os usuários e onde as vulnerabilidades se expressam com mais nitidez. Na Saúde Pública e no Sistema Único de Saúde (SUS), iniciativas como essa fortalecem a participação social, ampliam o olhar dos trabalhadores e lideranças comunitárias, e contribuem para a construção de práticas mais humanizadas, inclusivas e territorializadas.

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Fontes:

Politica Nacional da População Negra

Estudos de Casos Clínicos – Acadêmicos de Medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA) – CF Rinaldo De Lamare

A hipertensão arterial é uma condição prevalente, multifatorial e, muitas vezes, assintomática, que exige acompanhamento contínuo. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS) configura-se como o nível mais adequado para o acompanhamento longitudinal e integral desses pacientes. Na tarde de 3 de outubro de 2025, no laboratório de informática da OTICS – Rio Rocinha, os acadêmicos de Medicina da Universidade Veiga de Almeida (UVA) participaram de estudos de casos clínicos sobre hipertensão arterial, sob a supervisão da médica preceptora Juliana Noronha.Dessa forma, essa vivência possibilita que os acadêmicos compreendam a hipertensão como uma condição crônica que demanda adesão ao tratamento, mudanças no estilo de vida e acompanhamento regular. Além disso, destaca-se a importância do vínculo e da escuta qualificada como ferramentas essenciais para a efetividade terapêutica.Assim, a inserção dos acadêmicos de Medicina em cenários da Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente no acompanhamento de casos clínicos de hipertensão, contribui de forma significativa para sua formação técnica. Ao vivenciar a realidade dos serviços de saúde da família, os acadêmicos desenvolvem competências fundamentais à prática médica geral, aprendem a lidar com a complexidade do cuidado de doenças crônicas e fortalecem o compromisso social com o Sistema Único de Saúde (SUS).Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte:
Ministério da Saúde