Cuidado Farmacêutico Domiciliar no Manejo do Pé Diabético – CMS Rodolpho Perissé

O pé diabético é uma complicação crônica do diabetes mellitus que, na ausência de acompanhamento adequado, pode resultar em infecções, úlceras e outras complicações graves. Nesse contexto, na manhã do dia 29 de dezembro de 2025, o Centro Municipal de Saúde (CMS) Rodolpho Perissé realizou uma ação de visita domiciliar com foco na orientação sobre os cuidados com o pé diabético. A atividade teve como objetivo contribuir para a prevenção de complicações, a promoção do uso racional de medicamentos e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes, sendo conduzida pela farmacêutica Verônica.Dessa forma, no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), o cuidado farmacêutico domiciliar possibilita um acompanhamento mais próximo e individualizado do paciente, considerando suas condições clínicas, sociais e familiares. O farmacêutico orienta sobre o uso correto de medicamentos, como antidiabéticos, antibióticos e analgésicos, além de identificar problemas relacionados à farmacoterapia, incluindo interações medicamentosas, baixa adesão ao tratamento e reações adversas.Portanto, esse profissional atua na educação em saúde, orientando pacientes e cuidadores quanto à higiene adequada dos pés, à inspeção diária, ao uso correto dos curativos prescritos e à importância do controle glicêmico. Integrado à equipe multiprofissional, o cuidado farmacêutico domiciliar contribui para um atendimento contínuo, humanizado e resolutivo, reduzindo internações evitáveis e o risco de complicações graves, o que evidencia sua relevância no manejo do pé diabético.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte: Estratégias Para o Cuidado da Pessoa Com Doença Crônica

Educação em Saúde reforça direitos sexuais e reprodutivos na Atenção Primária à Saúde – CMS Dr Albert Sabin

Na tarde do dia 22 de dezembro, no espaço cedido pela XXXII Região Administrativa da Rocinha, localizado ao lado do CMS Dr. Albert Sabin, recebeu uma importante ação de promoção da saúde voltada ao planejamento sexual e reprodutivo. O encontro reuniu moradores do território em um momento de escuta, troca de informações e construção coletiva do cuidado, reforçando o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada e base do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dessa forma, a atividade foi ministrada pelas enfermeiras residentes e preceptoras do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC), que conduziram o grupo de forma acolhedora e participativa. Durante o encontro, foram abordados temas fundamentais como direitos sexuais e reprodutivos, métodos contraceptivos, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), planejamento familiar, autonomia corporal e o acesso aos serviços disponíveis na rede pública de saúde.No contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), o planejamento sexual e reprodutivo constitui uma das ações essenciais para a promoção da saúde, a prevenção de agravos e a redução de desigualdades. Ao garantir informação qualificada e acesso aos métodos contraceptivos, a Atenção Primária à Saúde (APS) contribui para que mulheres, homens e casais possam fazer escolhas conscientes sobre sua vida reprodutiva, respeitando suas necessidades, valores e projetos de vida.Diante disso, a realização de grupos educativos como este se mostra estratégica para a saúde pública, pois fortalece o vínculo entre a população e os serviços de saúde, estimula o protagonismo dos usuários e amplia o alcance das ações de educação em saúde. Esses espaços coletivos favorecem o diálogo, a troca de experiências e a construção de saberes, além de funcionarem como instrumentos de prevenção de gestações não planejadas, redução da mortalidade materna e infantil e promoção do cuidado integral. Ao ocupar espaços comunitários e aproximar o cuidado do cotidiano das pessoas, o planejamento sexual e reprodutivo se consolida como uma prática fundamental para o fortalecimento da Atenção Primária e do SUS.

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Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva

 

Acolhimento na Atenção Primária à Saúde: a porta de entrada que fortalece o SUS – CF Rinaldo De Lamare

Na Atenção Primária à Saúde (APS), o acolhimento representa muito mais do que o primeiro contato do usuário com o serviço: trata-se de uma estratégia fundamental para garantir acesso, escuta qualificada e cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, na tarde do dia 22 de dezembro de 2025 a Clínica da Família Rinaldo De Lamare, fomenta esse processo que atende, organiza o fluxo de atendimento, fortalece o vínculo entre profissionais e a comunidade e contribui diretamente para a efetividade das ações de saúde no território.
Dessa forma, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) desempenham papel central nesse contexto. Atuando como elo entre a unidade de saúde e a população, os ACSs realizam visitas domiciliares, identificam necessidades de saúde, acompanham famílias, orientam sobre prevenção de doenças e promoção da saúde, além de estimular o uso adequado dos serviços ofertados pela Clínica da Família. Sua atuação permite o conhecimento detalhado do território, das condições de vida e dos principais agravos que afetam a comunidade, subsidiando o planejamento das ações da equipe multiprofissional.
Diante disso, o acolhimento na Clínica da Família é realizado de forma contínua e humanizada, geralmente logo na chegada do usuário à unidade. Nesse momento, o cidadão é recebido por profissionais capacitados como Agentes Comunitários de saúde (ACS) que realizam a escuta inicial, identificam a demanda apresentada e avaliam a necessidade de atendimento imediato ou encaminhamento para consulta de enfermagem. O foco não está apenas na queixa, mas na compreensão integral da situação de saúde do usuário, respeitando seus aspectos sociais, culturais e emocionais.Outro eixo essencial da Atenção Primária à Saúde (APS) é o cadastramento das famílias e indivíduos, realizado principalmente pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com apoio da equipe de Saúde da Família (eSF). Esse processo envolve a coleta de informações sociodemográficas, condições de moradia, composição familiar e histórico de saúde, que são registradas nos sistemas de informação do SUS. O cadastro permite a adscrição da população às equipes de Saúde da Família (eSF), garantindo o acompanhamento longitudinal e facilitando a organização do cuidado no território.
Contudo, o impacto do acolhimento e do cadastramento no Sistema Único de Saúde (SUS) é significativo. Ao fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS), essas ações contribuem para a redução de filas, diminuição da procura desnecessária por serviços de urgência e emergência e melhoria da resolutividade dos problemas de saúde mais comuns. Além disso, possibilitam intervenções precoces, acompanhamento contínuo de condições crônicas e maior equidade no acesso aos serviços.
Dessa forma, o acolhimento na Atenção Primária à Saúde (APS) estabelece-se como uma ferramenta estratégica para a humanização do cuidado, o fortalecimento do vínculo entre usuários e equipes e a efetivação dos princípios do SUS. Ao colocar o cidadão no centro do cuidado, a Clínica da Família reafirma seu papel como principal porta de entrada do sistema e como base para uma atenção à saúde mais justa, integral e resolutiva.

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Fonte: Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)

 

Prevenção Começa com Informação: Dezembro Vermelho no Território – CF Maria do Socorro Silva e Souza

O Dezembro Vermelho se consolida como uma estratégia de saúde pública voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), da aids e de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Nesse sentido, na manhã do dia 17 de dezembro de 2025, a Clínica da Família Maria do Socorro Silva e Souza realizou uma ação alusiva ao Dezembro Vermelho no território adscrito da unidade, promovendo educação em saúde para a população, com oferta de informações, disponibilização de métodos de prevenção combinada, realização de testagem rápida para HIV e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de aconselhamento pré e pós-teste.Dessa forma, a realização de ações no território durante o Dezembro Vermelho possibilita a aproximação entre os serviços de saúde e a comunidade, favorecendo o acesso à informação qualificada, ao diagnóstico precoce e às estratégias de prevenção combinada. Tais ações incluem atividades educativas, oferta de testagem rápida, distribuição de insumos de prevenção e orientação quanto ao tratamento e acompanhamento, contribuindo para a redução da morbimortalidade associada às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).Portanto, a Atenção Primária à Saúde (APS), fundamentada nos princípios da longitudinalidade, integralidade e coordenação do cuidado, configura-se como espaço privilegiado para o enfrentamento do HIV/aids, uma vez que possibilita a identificação de vulnerabilidades sociais e individuais, a redução de estigmas e a promoção do cuidado humanizado. Essas ações reforçam o compromisso do Sistema Único de Saúde (SUS) com a equidade, a promoção da saúde e a garantia do direito à atenção integral.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte: Dezembro Vermelho: mês de luta contra a Aids, HIV e outras ISTs

Falar é Prevenir: Dezembro Vermelho na Atenção à Saúde – CMS Dr. Albert Sabin

O Dezembro Vermelho é uma estratégia nacional de mobilização social voltada à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento do HIV/aids e de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Nesse sentido, na manhã do dia 17 de dezembro de 2025, o Centro Municipal de Saúde (CMS) Dr. Albert Sabin realizou uma ação na sala de espera com abordagem alusiva à campanha. A atividade sensibilizou a população sobre a importância do uso de métodos de prevenção, da realização periódica de testes rápidos e do início oportuno do tratamento, contribuindo para a promoção da saúde e a redução da transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).Dessa forma, na Atenção Primária à Saúde (APS), a sala de espera é um espaço estratégico para ações de educação em saúde, favorecendo o cuidado integral e ampliando o acesso à informação. Além disso, atividades educativas nesse ambiente ajudam a reduzir estigmas e preconceitos relacionados ao HIV/aids, promovendo uma compreensão mais ampla do processo saúde-doença.Portanto, quando utilizada de forma planejada e intencional, a sala de espera torna-se um dispositivo importante para a educação em saúde na Atenção Primária à Saúde (APS). No contexto do Dezembro Vermelho, ela contribui para a efetivação das políticas públicas de enfrentamento das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), reafirmando o compromisso com a integralidade do cuidado, a equidade e a promoção da saúde da comunidade.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte: Dezembro Vermelho: mês de luta contra a Aids, HIV e outras ISTs

Colegiado Gestor Promove Diálogo e Fortalece o Cuidado no Território – CF Maria do Socorro Silva e Souza

Com o objetivo de organizar, planejar, alinhar e subsidiar a tomada de decisões conjuntas que impactam diretamente a qualidade do atendimento e o funcionamento da unidade. Nesse contexto, na tarde de 16 de dezembro de 2025, aconteceu a reunião do Colegiado Gestor da Clínica da Família Maria do Socorro Silva e Souza. O encontro contou com a participação de profissionais de diferentes áreas, fortalecendo o planejamento, a organização interna e o alinhamento das ações desenvolvidas pela unidade.Dessa forma, o Colegiado Gestor é um espaço de gestão compartilhada na Atenção Primária à Saúde (APS) que promove a participação dos trabalhadores nas decisões, contribuindo para a transparência, a organização do processo de trabalho e a qualificação do cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da discussão de fluxos, protocolos, indicadores, ações no território e gestão de recursos.Portanto, a abordagem sistemática dessas pautas impacta diretamente a qualidade do atendimento prestado aos usuários, favorecendo maior resolutividade, qualificação da escuta e fortalecimento do vínculo com a comunidade. Além disso, contribui para um ambiente de trabalho mais integrado e colaborativo.
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Fonte: Política Nacional de Atenção Básica (PNAB)

Avaliação do Pé Diabético no Contexto da Atenção Primária à Saúde – CF Rinaldo De Lamare

Com o intuito de avaliar para prevenir, cuidar para evitar complicações e garantir qualidade de vida, sendo uma estratégia fundamental para o manejo seguro e eficaz da pessoa com diabetes mellitus, especialmente no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS). Nesse sentido, na tarde do dia 16 de dezembro, a Equipe de Saúde da Família (eSF) Canal, vinculada à Clínica da Família Rinaldo De Lamare, recebeu no auditório da OTICS – Rio Rocinha uma ação educativa e assistencial voltada à população adscrita da área. A atividade ministrada pela médica Lara e a enfermeira residente do primeiro ano (R1) Yasmim do Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC).Dessa forma, a avaliação sistemática dos pés com pessoas acometidas por diabetes mellitus possibilita a identificação precoce de alterações que aumentam o risco de ulcerações e infecções, favorecendo intervenções preventivas e a redução de lesões e internações. Por esse motivo, essa prática deve integrar as consultas de rotina, juntamente ao controle glicêmico, ao manejo das comorbidades e às ações educativas. A educação em saúde contínua fortalece o autocuidado, estimulando a inspeção diária dos pés, o uso adequado de calçados e a busca precoce por atendimento.Assim, enquanto ação estruturante da Atenção Primária à Saúde (APS), configura-se como estratégia essencial para a prevenção de complicações, a melhoria da qualidade de vida das pessoas com diabetes e o fortalecimento da resolutividade da rede de atenção à saúde.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte: Estratégias Para o Cuidado da Pessoa Com Doença Crônica

Atualização de Cadastros fortalece a Atenção Primária à Saúde e amplia a cobertura da Estratégia Saúde da Família – CF Rinaldo De Lamare

A atualização de cadastro na Atenção Primária à Saúde (APS) é uma das ações fundamentais para garantir o acesso contínuo, equitativo e qualificado aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse sentido, na manhã do dia 15 de dezembro de 2025, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da CF Rinaldo De Lamare, se reuniram no Laboratório de Informática da OTICS-Rio Rocinha para a manutenção e atualização de cadastros. Realizada, em grande parte, por meio de visitas domiciliares conduzidas pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), essa atividade é estratégica para o fortalecimento da Estratégia Saúde da Família (ESF) e para a organização do cuidado no território.Dessa forma, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) desempenham papel central na Atenção Primária à Saúde (APS) por serem o elo direto entre a equipe de Saúde da Família (eSF) e a comunidade. Entre suas atribuições estão o acompanhamento das famílias adscritas, a identificação de demandas de saúde, a orientação sobre o uso dos serviços e, de forma destacada, o cadastramento e a atualização contínua dos dados das famílias e indivíduos sob responsabilidade de suas equipes. Essas informações são inseridas no prontuário eletrônico e alimentam os sistemas oficiais do Sistema Único de saúde (SUS) e subsidiam o planejamento das ações de saúde, a definição de prioridades e a avaliação da cobertura assistencial.Diante disso, a atualização cadastral permite que as equipes conheçam com maior precisão o perfil sociodemográfico, epidemiológico e as condições de vida da população atendida. Dados como mudança de endereço, composição familiar, presença de gestantes, crianças, idosos ou pessoas com doenças crônicas impactam diretamente na organização do cuidado, na programação de visitas, no acompanhamento longitudinal e na vigilância em saúde.No cotidiano dos serviços, a manutenção cadastral é essencial para garantir a entrega adequada de resultados de exames, convocações para consultas, ações de prevenção e seguimento clínico. Cadastros desatualizados podem gerar perda de vínculo, atrasos no diagnóstico, falhas no acompanhamento e subnotificação de agravos, comprometendo a continuidade do cuidado e a efetividade das ações da Atenção Primária à Saúde (APS).Além disso, a qualidade dos cadastros influencia diretamente os indicadores de cobertura da Saúde da Família, que são utilizados para o financiamento, monitoramento e avaliação das políticas públicas de saúde. Uma base cadastral fidedigna reflete a real população adscrita, fortalece o planejamento territorial e contribui para a ampliação do acesso e da resolutividade dos serviços.Nesse contexto, a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) nas visitas domiciliares vai além da coleta de informações. Trata-se de um momento de escuta qualificada, fortalecimento do vínculo e identificação precoce de necessidades de saúde, reafirmando os princípios da Atenção Primária à Saúde (APS), como a integralidade, a longitudinalidade e a coordenação do cuidado.Portanto, a atualização de cadastro na Atenção Primária à Saúde (APS) se consolida como uma ação estratégica e indispensável para a garantia do direito à saúde, assegurando que as famílias sejam acompanhadas de forma contínua, humanizada e alinhada às reais necessidades do território.

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Fonte: Atenção Primária Equilíbrio entre Necessidade de Saúde, Serviços e Tecnologia – Barbara Starfield

Ação sobre o Dia D Dezembro Vermelho – CMS Dr. Albert Sabin

O Dezembro Vermelho constitui uma campanha nacional de grande relevância no âmbito da saúde pública, voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento do HIV/Aids e de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Nesse contexto, na manhã do dia 13 de dezembro de 2025, o Centro Municipal de Saúde (CMS) Dr. Albert Sabin realizou uma ação sobre o Dia D do Dezembro Vermelho. A ação contemplou atividades tanto na unidade quanto em sua área adscrita, incluindo entrega de folhetos informativos e kits educativos à população atendida, orientações em sala de espera sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, além da oferta de testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites virais.O Dia D representa um momento estratégico de intensificação das ações de saúde voltadas à população e aos profissionais, concentrando atividades de testagem rápida, aconselhamento, educação em saúde e encaminhamentos clínicos, quando necessários. A Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha papel fundamental nesse processo ao desenvolver ações contínuas de promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento longitudinal dos usuários, sendo estratégica para a efetividade das ações de enfrentamento ao HIV/Aids e a outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).Além dos aspectos biomédicos, o Dia D do Dezembro Vermelho possui relevante dimensão social e ética, ao promover o enfrentamento do estigma e da discriminação historicamente associados ao HIV/Aids. Tais fatores configuram importantes barreiras ao acesso aos serviços de saúde e à adesão ao tratamento, impactando negativamente os indicadores de controle da doença. Nesse sentido, a campanha contribui para a promoção dos direitos humanos, do acolhimento e da equidade no cuidado em saúde.Dessa forma, o Dia D do Dezembro Vermelho não se limita a reforçar datas comemorativas, mas concretiza uma estratégia de saúde pública que articula prevenção, vigilância e cuidado integral, com a Atenção Primária à Saúde (APS) atuando como mediadora entre a população e o conjunto de serviços de saúde. Contribui, assim, para reduzir a incidência de novos casos, diminuir diagnósticos tardios e promover políticas que consolidem a equidade e a integralidade no enfrentamento ao HIV/Aids.Saiba mais na unidade de saúde mais próxima.

Fonte: Dezembro Vermelho: Mês de Prevenção ao HIV/Aids e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis

Roda de Conversa debate Expressão do Racismo na Saúde e no Cuidado – CF Rinaldo De Lamare

Com o intuito de promover reflexão, sensibilização e qualificação profissional sobre como o racismo se manifesta no atendimento em saúde e no cuidado às pessoas, especialmente no cotidiano da Atenção Primária à saúde (APS). Na tarde do dia 11 de dezembro de 2025 foi marcada por um importante momento de diálogo e reflexão no auditório da OTICS-Rio Rocinha. A atividade, conduzida pelos médicos Felipe Riesen e Michael Duncan, reuniu profissionais vinculados ao Programa Mais Médicos das áreas programáticas 1.0, 2.1 e 2.2 para uma Roda de Conversa sobre a Expressão do Racismo na Saúde e no Cuidado, tema central para a qualificação da atenção em saúde no território.O Programa Mais Médicos, criado pelo Governo Federal, tem como objetivo ampliar o acesso à atenção básica, reduzir desigualdades regionais e garantir a presença de profissionais médicos em áreas de maior vulnerabilidade social. Sua importância se evidencia na ampliação da cobertura assistencial, na continuidade do cuidado e na aproximação entre equipes de saúde e comunidades historicamente desassistidas.Durante a roda de conversa, os facilitadores destacaram como o racismo estrutural impacta diretamente o acesso, a qualidade do atendimento e os desfechos em saúde da população negra. Foram discutidos exemplos cotidianos, barreiras institucionais e a necessidade de reconhecimento das desigualdades raciais como determinantes sociais que moldam a experiência dos usuários no sistema de saúde.Dessa forma, espaços como esse se mostram essenciais para fortalecer a formação crítica dos profissionais e promover práticas mais sensíveis, humanizadas e equitativas. Ao permitir a troca de vivências e a construção coletiva de conhecimento, a roda contribui para que médicos e equipes desenvolvam maior capacidade de identificar situações de discriminação, aprimorar abordagens clínicas e reconhecer vieses que podem influenciar o cuidado. Diante disso, o impacto dessa discussão na Atenção Primária à Saúde (APS) é direto. Profissionais mais preparados para compreender e enfrentar o racismo institucional tendem a oferecer um cuidado mais acolhedor, resolver demandas com mais efetividade e fortalecer o vínculo com a comunidade. Isso se reflete em maior adesão aos tratamentos, ampliação da prevenção, melhoria dos indicadores de saúde e promoção da equidade.A atividade reforçou o compromisso das equipes de Saúde da Família (eSF) com a construção de um Sistema Único de Família (SUS) mais justo, inclusivo e atento às necessidades reais da população. Ao abordar temas estruturantes como o racismo no cuidado, a Atenção Primária à Saúde (APS) reafirma seu papel central na transformação social e na garantia do direito à saúde para todos.

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Fonte: Programa Mais Médico