As arboviroses urbanas — Dengue, Chikungunya e Zika — são transmitidas pela fêmea do mosquito Aedes aegypti. O vetor se adaptou especialmente bem a ambientes urbanos, e sua presença está diretamente relacionada à ocorrência de surtos, com a densidade do mosquito influenciando significativamente a probabilidade de epidemias. Com o intuito de melhorar os serviços, orientar e ampliar o monitoramento das arboviroses em seu território, as equipes de Saúde da Família (eSF) da CF Rinaldo De Lamare, realizaram no dia 27 de março de 2025, a reunião de Comissão de Prontuário com o tema arboviroses.Diante disso, as arboviroses representam desafios significativos para a saúde pública no Município do Rio de Janeiro, marcados por uma história complexa e uma batalha contínua contra o mosquito Aedes aegypti. Historicamente, desde os anos 1980, o Município do Rio de Janeiro apresenta ciclos epidêmicos respondentes ou à introdução de novos sorotipos das arboviroses urbanas.
Sendo assim, o Município do Rio de Janeiro monitora permanentemente a situação de saúde e utiliza informações epidemiológicas, entomológicas e ambientais integradas no sentido de avaliar o risco e direcionar as ações de preparação e resposta, bem como mobilização social, controle vetorial e coordenação do cuidado dos casos.
A reprodução do Aedes aegypti ocorre em ambientes propícios, como recipientes que acumulam água, incluindo latas, garrafas e pneus descartados. Suas larvas se desenvolvem rapidamente em contato com a água, passando por quatro fases em um ciclo de cerca de cinco a sete dias.
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Fonte:
Plano Municipal de Contingência de Arboviroses Rio